sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009

Postais de Natal…

POSTAL DE NATAL

domingo, 13 de Dezembro de 2009

Itália no seu seu melhor!!!

domingo, 6 de Dezembro de 2009

Monarquia sempre...


Citando S.A.R., subscrevo-o por inteiro: "uma Chefia de Estado independente dos poderes políticos e económicos, livre de pressões, respeitadora das instituições e defensora do seu correcto funcionamento, alheia a querelas partidárias e a favoritismos, preocupada com o longo prazo e não com imediatismos influenciados por calendários eleitorais é o complemento fundamental que a Monarquia pode oferecer a um Estado moderno."


Viva Portugal

D. Duarte de Bragança: Mensagem do 1º de Dezembro 2009


Portugal atravessa uma grave crise económica com reflexos políticos e sociais preocupantes. A crise financeira e económica internacional não constitui justificação suficiente para o estado em que se encontra o País: torna-se evidente que, quando esta se desvanecer, a crise estrutural interna permanecerá.

O País está doente e maltratado. Adivinham-se tempos difíceis: as instituições do Estado estão fragilizadas; o desemprego aumenta e a pobreza alastra; o sistema educativo tem sido contestado por alunos e professores ; a insegurança, a criminalidade organizada - violenta e económica - e a corrupção, multiplicam-se; o poder judicial está ameaçado por falta de meios materiais e por legislação absolutamente desajustada das realidades. Nunca é demais relembrar que, onde não há Justiça, não há Democracia.

São muitas as vozes autorizadas e insuspeitas - como as da Cáritas e da AMI - que têm vindo a alertar para a vergonha da pobreza estrutural que existe no nosso País - acima dos 40%. De facto, se não se agir agora, as gerações futuras não nos perdoarão!
É chegado o momento de olharmos para o nosso Portugal tão desaproveitado nos seus recursos materiais e sobretudo na capacidade das nossas gentes, particularmente no interior onde me desloquei em numerosas visitas a convite das Câmaras Municipais, tendo compartilhado as alegrias e preocupações de populações tantas vezes esquecidas.
Saibamos apoiar as organizações de voluntários que generosamente trabalham para resolver os problemas, desde as mais antigas, como as Santas Casas da Misericórdia, até às mais recente, leigas ou religiosas. Torna-se imperioso que o Estado colabore melhor com elas em vez de desperdiçar recursos e prejudicar o que temos e fazemos de bem. Temos de nos lembrar que tudo o que o Estado gasta é pago por nós ou será pago pelos nossos filhos…

Saibamos defender o equilíbrio do meio ambiente e da nossa paisagem humanizada, temas em que, desde sempre, me tenho empenhado e que necessitam do envolvimento de todos.

Saibamos lutar pela promoção da Lusofonia e solidariedade entre os países membros da CPLP, como uma causa de importância decisiva do nosso futuro comum. Quero saudar o Brasil, terra da minha Mãe, onde a acção determinada do Presidente Lula da Silva tem possibilitado o estreitar das relações especiais que sempre existiram com Portugal.

Com a União Europeia temos um válido projecto político e económico comum, mas falta-lhe uma ” alma “, porque, infelizmente, quem decidiu recusou-se a reconhecer a matriz cristã da nossa cultura…

Mas é na Comunidade Lusófona que encontramos “a nossa família”, e os laços de família são mais fortes do que os interesses económicos, são de natureza afectiva. Mas nunca esqueçamos que, se não forem devidamente cuidados, o mais certo é desaparecerem…

Saibamos preservar instituições fundamentais da Sociedade como a Família. Esta, como outras, está sujeita a um desgaste sem precedentes visando a sua dissolução.
Ela é, na verdade, a base da construção de uma sociedade fortalecida no espírito de entreajuda, respeito pela vida humana e formação responsável, valores que, só no seu seio, são susceptíveis de ser naturalmente assimilados. Só por esta via, sairá reforçada a liberdade de consciência que permitirá, a cada um e a todos, resistir, preservando-a das crescentes tentativas abusivas de ingerência externa que pretendem impor novos conceitos de “família”.

É na Família, e não pelo Estado, que já hoje - e como o futuro próximo se encarregará de demonstrar - se desenvolve incondicionalmente o verdadeiro espírito de solidariedade para com os seus membros mais necessitados, seja na doença ou na pobreza.

É na Família que se constroem os alicerces de educação, respeito e disciplina, tão necessários à organização social, relativamente aos quais o Estado só consegue desenvolver acções complementares e pontuais.

Tudo isto porque a vida social autêntica e equilibrada tem início na consciência individual que cada um vai formando no seu próprio ambiente familiar.
Chegou a hora de acordar as consciências e reunir vontades para levantar Portugal, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse.

O futuro de Portugal tem de ser encarado com esperança assente num projecto para o País tal como fez, há seis séculos e no auge de outra crise, o nosso maior herói, D. Nuno Álvares Pereira.

O Condestável Nun’ Alvares colocou convicta e corajosamente, num invulgar espírito de serviço, todo o seu talento, competência e generosidade na defesa da independência e da identidade nacional, cujo projecto foi transformado num ideal grandioso de Pátria e de Missão o qual, pouco tempo depois, permitiu abrir ” novos mundos ao Mundo”.
O seu exemplo de abnegação, coragem na luta pelas suas justas convicções e amor por Portugal, deverá ser fonte de inspiração para todos os Portugueses, como felizmente parecem comprovar as inúmeras manifestações civis e militares que, espontaneamente, têm surgido, de Norte a Sul, no País.

Vem a propósito recordar a importância que o Condestável atribuía à liderança, disciplina e motivação nas Forças Armadas, e particularmente na formação cívica de jovens militares, numa altura em que o Colégio Militar, a mais antiga Instituição Militar de Ensino da Europa é vítima de uma campanha de fins dissimulados. É bom realçar que, há mais de dois séculos, esta honrada e sólida Instituição tem formado gerações de jovens que vieram a prestar relevantes serviços à Pátria, quantas vezes com o preço da própria vida.
Numa época conturbada como a que se vive hoje em Portugal, prepara-se, com grande despesismo, a comemoração, em 2010, do centenário da República.
Tratarei desse tema em ocasião mais apropriada. Apenas saliento que a actual “terceira República”,de constituição Democrática , é bastante semelhante à Monarquia vigente em 1910. A diferença maior está na Chefia de Estado, de eleição periódica por sufrágio universal, na República, e de permanência vitalícia na Monarquia, salvo no caso dos Portugueses, democraticamente, num caso extremo, promoverem a substituição do Rei .

Eu não duvido que uma Chefia de Estado independente dos poderes políticos e económicos, livre de pressões, respeitadora das instituições e defensora do seu correcto funcionamento, alheia a querelas partidárias e a favoritismos, preocupada com o longo prazo e não com imediatismos influenciados por calendários eleitorais é o complemento fundamental que a Monarquia pode oferecer a um Estado moderno.
Não é por acaso que, as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da União Europeia são Monarquias.

Em vários países do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que “vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República“. Chegou o tempo de os portugueses pensarem com coragem e em consciência se, o que se entende por República, não seria melhor servida por um Rei?
Estou convicto que saberemos encontrar o nosso caminho, discernindo as nossas prioridades, e encontrando pacificamente, as melhores soluções para o verdadeiro progresso do País.

Apelo a todos, autoridades e políticos, autarcas eleitos, empresários, agricultores, profissionais do sector público ou privado, apelo aos que se vêm no desemprego, aos estudantes e reformados, apelo à Igreja e aos cultos confessionais, aos que emigram e imigram, que ponham as suas capacidades ao serviço de Portugal.
É tempo de solidariedade, é tempo de acção e de esperança num futuro melhor para as gerações dos nossos descendentes.

Servir Portugal, estar próximo dos portugueses, essa foi a Herança que recebi e que aqui uma vez mais assumo, e que, com a minha Mulher, também transmitirei aos nossos filhos!
Viva Portugal!

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

“REOS DE S.JORGE, VILLA DA FEIRA”1829

image

image

Revista Lusitana‎ - Página 324

editado por José Leite Vasconcellos – 1901

image

Adeus, Caldas de S. Jorge, Adeus, amigo banheiro, A saúde vae na mesma, A bolsa vae sem dinheiro.

As Caldas de S. Jorge: concelho da feira.

As Caldas de S. Jorge: concelho da feira.

by Antonio Ferreira Pinto
Publicado em 1890, Typ. de Arthur José de Sousa (Porto)

  image

A polémica sobre o casamento civil, 1865-1867

image

Publicado em 1987, Instituto Nacional de Investigação Científica, Distribuição, Impr. Nacional--Casa da Moeda (Lisboa)

image

POEMA DE 1850 ESCRITO NAS CALDAS DE S. JORGE…

[merged low text][ocr errors]

Eu abomino as cidades,
Essa turba delirante,
Esse mundo trèdo e falso,
Que chamam mundo brilhante.

Despreso-lhe o seu orgulho,
O seu ouro, os seus brazões,
As soberbas equipagens,
Os seus immensos salões.

Enojam-me as suas polkas,
Seus estupidos leoes,
Seus ridiculos tregeitos,
Suas vis adulaçôes.

Amo a casinha d'aldêa,
Amo do prado a verdura,
Amo o limpido regato,
Amo do bosque a espessura.

Encanta-me ouvir no monte.
O cordeirinho a balar,
Encanta-me ouvir a rola,
Nos pinheiraes a rolar.

Gosto da rustica ponte

Sobre o ribeiro lançada,

Amo a casinha do moinho,

De leve palha colmada.

Apraz-me a lida da caca,

Gosto da pesca do rio,

Apraz-me ouvir as cachopas

A cantar ao desafio.

Apraz-me a rega do milho,

Gosto de vê-lo segar;

E da malha do centeio,

D'arrigada do linhar.

Gosto d'ouvir o zagal

Na viola a descantar,

Amo a chula, a ramaldeira,

A canna verde no mar.

S. Jorge — Julho de I850.

image

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Um dos melhores locais para visitar…

DSC_0052DSC_0053 DSC_0048 DSC_0143DSC_0049    DSC_0050

DSC_0267 DSC_0282

terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Finalmente de Férias…

  Este foi o Hotel escolhido para uns dias de repouso em Portugal. Foi escolhido à sorte e não fiquei nada arrependido. Tem um excelente SPA gratuito para todos os hospedes, os quartos são gigantescos, a casa de banho é sem duvida a melhor e com o melhor gosto que vi em Hotéis. Untitled-3_copy_jpgREWRWE  097356a_hb_p_0104 viana_img_0318

domingo, 9 de Agosto de 2009

Dia 21 é para o País das “Arrebitadas”… lol

Esta viagem foi atrasada vários anos, vamos a ver se é desta que vou visitar um dos locais que mais me intriga.

quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

De Medieval só mesmo a Organização e os Apagões…

mcs

Se existe evento medieval, é mesmo o da Feira, mas só a nível organizativo, fique já bem claro.

Pelo que me lembro nunca vi este evento tão abandalhado como este ano, quer a nível de organização, quer pela escolha dos stands. O que se salienta este ano da viagem é mesmo, o querer encher os bolsos de dinheiro, crescendo duma forma tão desorganizada, e sem as mínimas condições, que fazem esquecer a excelente organização dos anos transactos, em detrimento da péssima organização deste ano.

Dos anos todos que conheço, nunca tinha assistido a apagões permanentes e diários, em que todos os visitantes ficavam mais de 45 minutos completamente às escuras.

Como se a luz não bastasse a maioria das tascas estava constantemente sem água, obrigando a uma maior falta de higiene por força da incapacidade organizativa.

As últimas tascas, perto das “justas” nunca tiveram direito a animação, não admira nada o baixo assinado levado à “Organização Medieval” deste evento.

Como se isto fosse pouco, havia stands a fazer “Tostas Mistas” e “cachorros” e muito mais, isto à frente do cliente com as mais modernas máquinas eléctricas, bem como o uso de facas eléctricas para cortarem a carne. No meio desta salsada toda só me admirei de não ver um tasco da MC Donald.

Tenho que felicitar a Dra. Teresa, pela qualidade do espaço dos banhos públicos, representados pelas Termas S. Jorge. De facto este espaço consegue ficar à margem de toda esta Organização “Medieval”, criando um espaço de excelência único.

In www.fabruima.blogspot.com

sábado, 27 de Junho de 2009

TWITTER NA FABRUIMA....

Hoje comecei a lançar-me na plataforma do Twitter. Segundo algumas mentes é de facto o motor mais directo que existe para mensagens curtas e directas.
Será que vai funcionar, vamos ver!!!

domingo, 31 de Maio de 2009

Um partido é a loucura de muitos em benefício de uns poucos...

Em tempos Jean Paul Sartre disse “Sarcasmo é o refúgio dos fracos.”, O que está a passar nas Caldas de S. Jorge, em especial no seu Blog, é um pouco isso. Existe pessoas que por muito que se afundem não aprendem a nadar, e os últimos relatos sobre a “famosa esplanada” de Caldas de S. Jorge dão razão ao poeta italiano Publilus Syrus que disse “Tolo é aquele que afundou seu navio duas vezes e ainda culpa o mar.”

Eu não era para me meter nestes assuntos delicados, que políticos usam o sarcasmo de empresas minhas para se defenderem. A realidade é que desta vez nada tive a ver com a guerra das esplanadas, mas como na falta de culpados para a ingenuidade de alguns, tem-se que criar justificações, e acima de tudo CULPADOS, por erros grosseiros de quem governa com o coração, em detrimento da razão.

Tenho de confessar que não me sinto nada chateado, com a campanha difamatória a meu respeito, por uma razão muito simples, está a encher-me os bolsos. Vejo-me mesmo a agradecer a quem de forma notária publicita a minha empresa.
Isto é assim; numa altura em que o estabelecimento sentia um decréscimo dos clientes autóctones da terra, eis que se despontou esta “crise” o aumento dos nativos tem sido superior às melhores expectativas de marketing, para mais sendo esta inteiramente grátis. Mais uma semana assim estes políticos oferecem-me mais uma viagem, graças ao lucro da publicidade mais famosa de todo mundo, que é a indignação.

OBRIGADO SRS. AUTARCAS DE CALDAS DE S. JORGE. Eu até me sinto na obrigação de compensar vossas excelências. Peço encarecidamente que continuem com essas insinuações sobre a minha pessoa e principalmente sobre o meu estabelecimento, termino com mais uma frase Sigmund Freud “Podemo-nos defender de um ataque, mas somos indefesos a um elogio.”

NOTÍCIAS

Loading...

  ©Template by Dicas Blogger.

TOPO