segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

O Melhor da Politica!!!

domingo, 30 de dezembro de 2007

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

O MAL EXISTE???!!!

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim...

…desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?"

Um aluno respondeu valentemente:
Sim, Ele criou…

Deus criou tudo?
Perguntou novamente o professor.
Sim senhor, respondeu o jovem.

O professor respondeu, “Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?"

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.

Outro estudante levantou a mão e disse:
Posso fazer uma pergunta, professor?
Lógico, foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou: professor, o frio existe?
Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu:" De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia.

O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor"

E, existe a escuridão?
Continuou o estudante.
O professor respondeu: Existe.

O estudante respondeu:
Novamente comete um erro, senhor,
a escuridão também não existe.
A escuridão na realidade é a ausência de luz.

“A luz pode-se estudar,
a escuridão não!
Até existe o prisma de Nichols
para decompor a luz branca nas
várias cores de que está composta,
com suas diferentes longitudes de ondas.
A escuridão não!

Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?
Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
Senhor, o mal existe?

O professor respondeu: Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.

E o estudante respondeu:
O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.

Deus não criou o mal.
Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz.
O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça
permanecendo calado…

Imediatamente o diretor
dirigiu-se àquele jovem e perguntou
qual era seu nome?

E ele respondeu:
ALBERT EINSTEIN.

GRANDE NOVIDADE!!!

Construção: «Esmagadora maioria» das autarquias paga atrasado
A «esmagadora maioria» das autarquias continua a pagar com «atrasos substanciais» às empresas de construção, demorando em média 7,1 meses a liquidar as dívidas, quando o prazo legal é de dois meses, denunciou hoje a federação do sector.

Tendo por base os dados do seu inquérito semestral do Outono de 2007, a Federação Portuguesa dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (FEPICOP) refere, contudo, ter-se registado «uma ligeira melhoria» nos prazos de pagamento das obras públicas.

Segundo a federação, as autarquias mais mal pagadoras são Cabeceiras de Basto, Castelo de Paiva, Figueira da Foz, Lisboa, Santa Maria da Feira e São Pedro do Sul, demorando mais de 15 meses (e, nalguns casos, mesmo mais de dois anos) a acertar contas com as empresas de construção.

Já as mais cumpridoras, que liquidam os seus compromissos financeiros em menos de um mês e meio, são Castelo de Vide, Pampilhosa da Serra, Sabugal, Alcácer do Sal, Albufeira, Lagoa e Lagos.

Globalmente, cerca de metade das câmaras portuguesas paga num prazo superior a seis meses.
De acordo com a FEPICOP, o inquérito semestral de Outono conseguiu obter informações sobre os prazos de pagamento de 283 autarquias (92 por cento do total), o que permitiu individualizar os prazos para 135 autarquias «com elevado grau de confiança».

«Verifica-se, pela primeira vez desde a Primavera de 2005, uma ligeira melhoria do prazo que, face ao inquérito anterior, se reduz em cerca de 15 dias. Contudo, analisando os piores prazos médios declarados, constata-se que das 135 autarquias apuradas, 20 liquidam as suas dívidas a empresas de construção num prazo superior a um ano», adianta.

Segundo a federação, apenas 38 autarquias cumprem os seus compromissos financeiros num prazo inferior a três meses.

Comparando os dados agora reunidos com os do anterior inquérito, a FEPICOP refere que o escalão dos maiores incumpridores, que agrupa prazos médios superiores a 15 meses, sofreu uma redução «significativa», representando apenas quatro por cento do total de autarquias consideradas no inquérito, face aos anteriores 10 por cento.

As três câmaras que, entre um inquérito e outro, mais agravaram os seus prazos médios de pagamento foram Santa Maria da Feira, Póvoa de Lanhoso e Maia, enquanto as que mais os reduziram foram Setúbal, Paços de Ferreira e Castelo de Paiva.
Esta última, e apesar da melhoria registada, mantém-se ainda, contudo, no grupo dos maiores incumpridores, nota a FEPICOP.
Conforme sustenta a federação, o não cumprimento dos prazos de pagamentos por parte do Estado tem «custos enormes para as empresas e para a economia do país».

Algo que, nota, «o próprio Governo reconhece, ao citar no Orçamento de Estado (OE) para 2008 um estudo da multinacional Intrum Justitia que conclui que o Estado português demora cinco meses a pagar, quando a média europeia é de dois meses».

Um cenário que, segundo as conclusões do inquérito da FEPICOP, «é ainda pior» quando em causa estão apenas as dívidas das autarquias ao sector da construção.

«Este incumprimento da lei em matéria de pagamentos causa graves problemas às empresas, uma vez que os prazos excessivos originam, para além de uma ineficiente afectação de recursos a tarefas associadas ao esforço de cobrança, custos financeiros acrescidos e o aumento do risco de falência, com o consequente efeito de propagação a toda a economia», sublinha.

Considerando que «o desperdício e a ineficiência são evidentes», a federação alerta que, mais do que «anúncios» do lançamento de um programa de redução dos prazos de pagamento da Administração Pública, conforme consta do OE 2008, o Estado tem de «assumir efectivamente a obrigação legal e ética de alterar as actuais práticas».

Práticas que, reitera, «têm um efeito prejudicial no tecido empresarial, afectando a competitividade das empresas e a economia do país».
Diário Digital / Lusa

PAPA SUBLINHA A IMPORTÂNCIA DO PRESÉPIO.

Bento XVI voltou hoje a sublinhar a importância do Presépio para preparar a celebração do Nascimento de Jesus. “Daqui a poucos dias é Natal e imagino que, nas vossas casas, se esteja a ultimar a montagem do Presépio”, referiu o Papa, na audiência geral desta manhã.
A “sugestiva representação da Natividade” é, para Bento XVI, um “elemento importante, não só para a nossas espiritualidade, mas também para a cultura e a arte”.

O Papa deixou votos de que os presépios “continuem a ser um modo simples e eloquente de lembrar aquele que veio habitar no meio de nós”.

O presépio da Praça de São Pedro, de 400 metros quadrados, com uma frente de 25 metros, será inaugurado no dia 24 de Dezembro, com a presença de Bento XVI, permanecendo em exposição até 2 de Fevereiro.

Hoje, por outro lado, após ser adornada com 20 mil luzes é iluminada pela primeira vez a árvore de Natal que este ano vai enfeitar a Praça de São Pedro, originária da região italiana da Calábria. O abeto, com 40 metros de altura (32, depois de preparado), é um dos chamados “gigantes da Sila” e chegou ao Vaticano na tarde de 12 de Dezembro.

A tradição de colocar uma árvore junto do obelisco, iniciada por João Paulo II em 1982, tem sido mantida por Bento XVI.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Combater o telemarketing!!!

- Está?
- Está, estou a falar com o senhor Nuno?
- Sim...
- Sr. Nuno, aqui é da TMN, estamos a ligar para apresentar a promoção TMN 1.382 minutos, que oferece...
- Desculpe, interrompo, mas com quem estou a falar?
- O sr está a falar com Natália Bagulho da TMN. Eu estou a ligar para...
- Natália, desculpe-me, mas para minha segurança gostaria de conferir alguns dados antes de continuar com a nossa conversa, pode ser?
- .Sssssim, pode...
- A Natália trabalha em que área da TMN?
- Telemarketing Pró-Activo.- E tem número de funcionária da TMN?
- Desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não estou seguro de estar realmente a falarcom uma funcionária da TMN.
- Mas eu posso garantir...
- Além disso, sempre que tento falar com a TMN sou obrigado a fornecer osmeusdados a uma data de interlocutores.
- Tudo bem, a minha matrícula é TMN-6696969-TPA.
- Só um momento enquanto verifico.
- .??? (Dois minutos mais tarde)
- Só mais um momento, por favor.
- .??? (Cinco minutos mais)
- Estou sim?
- Só mais um momento, por favor, estamos muito lentos hoje cá por casa.
- Mas, senhor... (Um minuto depois)
- Pronto, Natália, obrigado por ter aguardado. Qual é mesmo o assunto?
- Aqui é da TMN, estamos a ligar para oferecer a promoção TMN 1382 minutos, pela qual o Sr. fala 1.300 minutos e ganha 82 minutos de bónus, além de poderenviar 372 SMS totalmente grátis. O senhor estaria interessado, Sr. Nuno?
- Natália, vou ter que transferir a sua ligação para a minha mulher porque é ela quem decide sobre alteração de planos de telemóveis. Por favor, nãodesligue, pois a sua chamada é muito importante para mim...
(Pouso otelemóvelem frente ao leitor de CDZs, coloco a música "Querocheirar teu bacalhau" a tocar em repeat mode e vou beber um cafézinho...)

Válido não só para a TMN,
pode experimentar com a TV CABO, Clix, PT,Cabovisão, etc...

O Lobão esquecido!!!

Quando se fala de Lobão, obrigatoriamente fala-se do lugar da Corga, do lugar da igreja e pouco mais. Dando a entender que uma das maiores freguesias de Santa Maria da Feira esteja limitada a estes lugares, e os restantes sejam paisagens. Talvez não seja de todo mentira, e eu, digo de todo porque quando se fala do lugar da Ponte da Chã, quase ninguém sabe onde se situa, as próprias autoridades competentes, ignoram este pequeno, simpático e não menos importante lugar, dando a entender que só se deslocam a este pequeno paraíso apenas na altura das eleições ou para colocar as placas que divide a freguesia das Caldas de S. Jorge, com a freguesia de Lobão, se calhar com medo que a população se esqueça que este lugar lindíssimo, faça parte de Lobão e não das Caldas de S. Jorge, esquecendo que a grandeza de um lugar não depende da extensão da sua área, mas sim do carácter dos seus habitantes.
Esta crónica pessoal, não é para criar conflitos entre Caldas de S. Jorge e Lobão, muito pelo contrario são duas das freguesias do Concelho que eu mais respeito, se calhar por me considerar autóctone das mesmas. Esta crónica é sim, para alertar as entidades competentes que não esqueçam este lugar que essencialmente é habitado por gente idosa, que tem um lindo rio que se encontra num estado miseravelmente sujo, decadente, pouco aproveitado ou melhor será dizer aproveitado apenas para a colocação de lixo da mais variada espécie.
Lobão é uma freguesia que praticamente não tem espaços de lazer, em proporção da sua população, logo deixo aqui uma sugestão, a Ponte da Chã é um lugar com inúmeros locais naturais com possível aproveitamento para praticas desportivas como uma pista natural de jogging, de cicloturismo, a construção de um parque de laser com ringues desportivos, a limpeza e criação de um lago artificial no rio Uíma, como já existem noutros locais do Concelho. Obviamente que me obriga a perguntar como é possível que um lugar destes esteja no esquecimento de um Concelho e pior de uma freguesia, que não se pode andar para aí a gabar-se dos seus espaços verdes e locais de lazer de uso público, talvez seja altura das entidades competentes, pararem para pensar um pouco neste pequeno canto de Lobão, ou as pessoas nativas deste pequeno paraíso, pararem e pensarem se vale a pena estar ligado a uma freguesia que ignora o lugar cada dia que passa, obrigando-me, a lembrar as entidades que o destino não é uma questão de chance; é uma questão de escolha.

domingo, 16 de dezembro de 2007

FOTO DO ANO...

HUGO CHÁVES

sábado, 17 de novembro de 2007

“Fogaça da Feira, Uma Morte Anunciada.”


Este titulo até pode parecer dramático, mas sinceramente acho que estou a ser muito melodioso.
A verdade é que não basta a Confraria da Fogaça, bem como a Associação dos Produtores Artesanais de Fogaça da Feira terem boa vontade para este maravilhoso doce concelhio não morrer.

É bom que a população e entidades olhem para a Fogaça como um doce em vias de extinção, caso não haja mudanças de atitude e de vontade por parte das entidades deste concelho nomeadamente Câmara Municipal. A Fogaça da Feira que pouco as entidades patrocinam, vai estar reduzida a uma festa anual, que é a Festa das Fogaceiras ou como na gíria se usa no norte do concelho “os vinte das fogaças”.

A realidade do caso é tão grave que as próprias entidades ainda não se interiorizaram da verdadeira dimensão deste problema. Vamos a ver a maior festa do concelho, que neste momento é a Viagem Medieval, o Feira Viva promove os produtos oriundos de fora do concelho em detrimento dos naturais de Santa Maria da Feira. Como não podia deixar de ser a Fogaça da Feira, que toda a sua história está ligada ao castelo, vê-se desprezada em relação ao pão-de-ló de Ovar ou de Arouca, e porquê!!! Por uma razão muito simples, se for doces ou produtos do concelho paga somente, e eu torno a repetir somente o dobro dos produtos não oriundos do concelho. Agora eu sei o motivo dos produtores de doces naturais de Santa Maria da Feira optarem por vender doces regionais como o Pão-de-ló de Ovar, publicitando assim o concelho vizinho e apagando da memória dos Feirenses este doce inigualável que está em vias de ser certificado de seu nome Fogaça da Feira!!!???

Agora vou lançar novamente um repto à Confraria da Fogaça, ao Agrupamento de Produtores Artesanais da Fogaça da Feira, Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e Juntas de Freguesia para criarem a Rota da Fogaça. Essa consistia na demarcação das padarias históricas associadas ao agrupamento, colocando sinaléticas personalizadas indicando a localização, o nome e história das mesmas, mais devendo ser criados complementos de divulgação dessa mesma rota, nomeadamente passeios turísticos, escolares e de idosos com o intuito de ensinar e de demonstrar a forma correcta de fabrico, passando pela melhor maneira de comer e saborear este doce regional.
Esta rota teria assim também como objectivo educar, e sensibilizar a população e turistas para a história e a gastronomia secular do concelho de Santa Maria da Feira.

Caso seja criada, a Fogaça não se cingirá a apenas um único dia, mas sim a todo o ano e desta forma esclarece-se os Feirenses e os demais visitantes para as verdadeiras características deste requintado doce, havendo um conhecimento mais alargado para sempre que tenhamos de adquirir para consumo próprio ou para dádiva uma fogaça da feira, não se compre gato por lebre, evitando manchar o nome e a história que o povo tanto lotou para prestigiar e afamar este tão nosso doce regional.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Sabe mais que um miudo de 5 anos?‏

A um grupo de miúdos, com idades entre os 4 e os 5 anos, perguntaram-lhes:

"Em que direcção segue este autocarro?"

Olha bem para o desenho.

Sabes a resposta?


As únicas respostas possíveis são 'esquerda' ou 'direita'.Pensa, vá !!!


Não sabes?

Desistes ?

Bem, então vou-te dizer.


Os meninos(as) responderam todos: "vai a andar para a esquerda".

Quando lhes perguntaram "Porque pensas que o autocarro vai para a esquerda" ?

Eles responderam: "Porque não se vê a porta."

Agora sentes-te estúpido(a), não é verdade? Eu sei... eu também.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

SEXUALIDADE DO NOSSO TEMPO!!!





domingo, 1 de julho de 2007

Pensamentos famosos...

Hipócrates, o pai da medicina, disse:"Que o teu alimento seja o teu medicamento e que o teu medicamento seja o teu alimento". O alimento, além de nutrir, é o melhor remédio. Dois aspectos da alimentação são importantes e devem ser considerados: a qualidade e a quantidade. Devemos saber o que comer, quanto comer e como comer.
Quental, Anabela, Ensinamentos budistas para a Nova Era, Carcavelos, Editorial Angelorum, 2005, pp.21-22

segunda-feira, 18 de junho de 2007

O APARCAMENTO TERMAL.


É com muita satisfação, que eu vejo a recente preocupação de vereadores dos vários partidos políticos com assento na assembleia municipal, no que toca ao aparcamento na zona termal, levando a querer que afinal Caldas de S. Jorge existe, quer o nome, quer algo mais que está para alem do mapa concelhio de Santa Maria da Feira. Não deixa de ser uma surpresa muito grande este súbito alarido em torno de uma freguesia esquecida no tempo, no espaço e longe da verdadeira essência que foi abençoada esta vila, isto é o turismo termal. O que não deixa de ser caricato é que a ideia apresentada seja um pouco “medieval” para a visão da população de Caldas de S. Jorge, fazendo jus às promessas eleitorais, dando a entender que o verdadeiro desenvolvimento do real turismo termal foi esquecido em detrimento do turismo de “visita médica, se é que se pode chamar turista a esse tipo de visitantes.

Passo a explicar:

No futuro, segundo os especialistas da matéria, está previsto que cada vez se use menos as viaturas pessoais em detrimento das colectivas, principalmente nas zonas de lazer e locais de repouso bem como na generalidade, o que não deixa de ser verdade, que Caldas de S. Jorge só possa atingir essa realidade lá para o ano 2020 se tudo correr bem. Sendo também verdade é que se torna extremamente fácil contornar essa realidade, bastando para isso copiar bem, mesmo nas mais fracas estâncias termais do país, sem haver necessidade de puxar muito pela cabeça ou pelo orçamento camarário, visto estarem as soluções à vista de quem quiser ver, e eu repito de quem quiser ver.
Não deixa de ser pouco prudente que se peça para a câmara municipal investir uns milhares largos de euros, quando essa mesma entidade tem terrenos adjacentes às termas totalmente abandonados, que poderiam e deveriam ser utilizados para o desenvolvimento da vila termal, nem que para isso tivesse que ceder gratuitamente, a investidores particulares, sejam eles do partido a, b, ou c desde que apresentem um projecto realista sem politiquices, para a construção quer de uma unidade hoteleira, bem como complementos na zona envolvente, evitando a sim o caos que se vive diariamente nas ruas circundantes das termas. Esse projecto ia de encontro com as aspirações de toda a população, e poderia reduzir os aquistas que se deslocam diariamente nas suas viaturas por falta de alojamento na freguesia, sendo do conhecimento geral, a existência de uma unidade hoteleira nas imediações termais que normalmente se encontra super lotada, anulando a alternativa a quem queira pernoitarem na vila termal.
Não deixa de ser irónico que a parte difícil de solucionar já tenha solução, que seria encontrar investidores e um local propício ao investimento privado, faltando apenas a vontade política para avançarem de vez com verdadeiro desenvolvimento sustentando da vila termal. Isto só demonstra que as propostas apresentadas são secundárias com pouca importância. Já é tempo de levarem a reunião de câmara, projectos que possam solucionar o problema e não projectos que vão atenuar falhas pontuais, nomeadamente a construção de uma unidade hoteleira com cabeça, tronco e membros.
Na esperança mas não na certeza de ver esta proposta debatida em assembleia de câmara, peço a todos os partidos políticos que demonstrem na hora da verdade a verdadeira vontade e o respeito que de facto têm por Caldas de S. Jorge e suas gentes.

sábado, 7 de abril de 2007

Como se apanhava grilos na minha infancia.

Opção primeira: Apodere-se de uma palhinha de extensão razoável e, após a inserção da dita na casa do grilo [vulgo, buraco], vá rolando entre dedos, fazendo cócegas ao insecto ortóptero aqui objecto da sua caçada, até que este venha cá para fora.

Vantagem da opção primeira: além do grilo sair bem-disposto e a gargalhar, esta opção tem o seu quê de poético, infanto-nostálgico e demais diversas paneleirices tão do agrado de poetas, infanto-nostálgicos.

Desvantagem da opção primeira: Pode ocorrer o grilo não ter cócegas ou ter tido um compromisso fora. Mas, mais importante que isso, esta opção não nos dá uma desculpa para mijarmos para um buraco [vulgo, casa] onde mora um grilo.

Opção segunda: Urine para a casa [que é vulgo quê? exacto, buraco] do grilo, até que o referido animal saia a boiar num transbordo de líquido urinoso. Se correr bem, o grilo sairá em posição ‘escorrega de aquaparque’. Será muito divertido.

Vantagem da opção segunda: É para lá d’óbvia: esta opção estrutura uma desculpa para mijarmos para um buraco onde mora um grilo, acontecimento que é sempre de louvar, seja em que latitude for.

Desvantagem da opção segunda: Além de, muito possivelmente, ficar com um grilo que cheirar a urina – o que pode depois levar a que se coloquem questões da índole de uma “este grilo até canta bem, mas cheira a mijo” –, trata-se de uma opção que, embora esteja longe de ser exclusiva, surge-nos claramente optimizada para o género masculino, dado possuirmos a faculdade da pontaria. Para ambos os sexos, podem-se apontar, como pontos menos positivos, o facto de nem sempre se ter vontade de mijar e às vezes a casa [vulgo nada, já chega] do grilo ser, afinal, o lar duma cobra.

quinta-feira, 1 de março de 2007

MINHA QUERIDA SOGRA!!!

domingo, 25 de junho de 2006

ALERTA – Lontras à vista.

Recentemente a população de Caldas de S. Jorge, deparou-se com um fenómeno raro no país e quase a nível mundial, o aparecimento de uma colónia de lontras, desta feita no rio Uíma, bem ao lado das Termas de Caldas de S. Jorge. Este fenómeno digno de se ver, tem sido a recente atracção desta Vila termal nas ultimas semanas, vindo dezenas de pessoas diariamente entre as 21:00h e as 2:00h da manhã, horário propicio para que se possa avistar a um maravilhoso espectáculo de acrobacia e beleza natural, que faz reviver tempos passados que jamais as pessoas julgavam poder reviver.
Este espectáculo natural, tem suscitado o interesse da população, mas também a curiosidade de pessoas com poucos escrúpulos e com uma certa demência que tentam matar estes maravilhosos animais que não fazem nenhum mal, a não ser o tempo que nos fazem perder durante a noite para assistir a este fenómeno de rara beleza. Não deixa de ser caricato que as ultimas lontras que foram avistadas no rio uns anos a trás, alguns caçadores da terra tenham perdido horas e dias para as abater como de uma peste se tratasse, para essas pessoas Leonardo Da Vinci escreveu: “O tempo chegará em que pessoas tais como eu olharão para o assassinato de animais da mesma forma que olham para o assassinato de humanos.” É altura de sensibilizar a população, pescadores e caçadores para o interesse da preservação destes fantásticos animais, e em vez de caçarem serem os guardas de protecção destas lontras, e que para tal seja criado uma comissão de acompanhamento desta colónia de lontras para que se possa salvaguardar a existência destas, bem como o aumento da colónia.
Pede-se que sejam tomadas medidas e mediatas, por parte das entidades competentes, nomeadamente a Junta de Freguesia e a Câmara municipal, para que se possa assegurar a vigilância de caçadores furtivo, bem como a prevenção e preservação, quer da cadeia alimentar bem como a vegetação natural ali existente que serve de abrigo para a colónia de lontras. Por minha parte já comuniquei com o instituto de preservação da natureza bem como a quercos, que se prontificaram a comunicar o caso à Câmara Municipal, bem como o fornecimento de ajuda para medidas que possam vir a ser tomadas.
Na esperança, das entidades tomarem o mais rápido possível da tentativa de preservação desta espécie, pede-se a toda a população que vigie e caso que seja avistados qualquer caçadores furtivos comuniquem e mediatamente às autoridades competentes como a G.N.R.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

A ROTA DA FOGAÇA…

Esta edição da festa das fogaceiras, contou pela primeira vez com a participação do agrupamento de produtores artesanais da fogaça da feira, que logo me criou uma falsa expectativa se finalmente iria existir uma organização que verifica-se e assegurasse a qualidade da fogaça vendida, mas com muita pena minha e sem surpresa nenhuma verifiquei que a fraca qualidade de produto vendida na festa, era a mesma chegando ao ponto de alguns feirantes saldarem tendo em alguns casos quase oferecerem aquele produto a qual alguns vendedores apelidavam tratar-se de fogaça da feira. Pena é que não haja distinção de quem vende realmente o doce tradicional regional de uma outra coisa qualquer com um formato quase parecido. Nesta edição ainda não foi possível a criação no rossio de um local exclusivo para o agrupamento de produtores, talvez por falta de tempo, visto ser uma associação ainda muito recente, ficando a intenção politica de na próxima edição já existir essa desejada demarcação. No entanto não deixo de destacar, a forma rigorosa e determinada, que quer a Câmara Municipal, quer a confraria das fogaças e agora recentemente o agrupamento de produtores de fogaça, têm vindo a actuar pela preservação, divulgação e tradição deste produto inteiramente Feirense.
A festa das fogaceiras, por norma resume-se somente ao dia 20, talvez seja altura de a confraria da fogaça, o agrupamento de produtores artesanais da fogaça da feira, Câmara Municipal e Juntas de freguesia criem uma rota das fogaças, rota essa que consistia na demarcação das padarias históricas associadas ao agrupamento colocando uma sinalética personalizada indicando a localização e nome das mesmas, devendo ser criados passeios turísticos, escolares e de idosos com o intuito de ensinar e divulgar quer a forma de fabricar este doce regional, quer educar e sensibilizar para a história secular do concelho de Santa Maria da Feira. Caso seja criada esta rota a festa das fogaceiras não ficará cingida a apenas um único dia, mas sim a todo o ano, e desta forma educa-se quer os Feirenses quer os visitantes para as verdadeiras características deste doce típico regional, ficando com um conhecimento mais alargado, para sempre que tenha de adquirir para consumo próprio ou para oferecer não virem a comprar gato por lebre, manchando o nome e a história que tanto demorou a prestigiar.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

200 Anos passados...

No dia 21 de Janeiro, as termas de S. Jorge “termo recentemente usado pela Sociedade de Turismo”, comemorou os 200 anos da provisão real de D. João VI, onde foi aceite a petição no sentido de desviar o rio, comprar terrenos particulares e edificar um balneário termal, “ a suportar pela imposição d`um real em cada quartilho de vinho que se vendesse no distrito da vara do juiz de fora da comarca da Feira, ficando o imposto e as obras sob a sua administração.” Pena é que os duzentos anos, tenham passado despercebidos a toda a população sem que houvesse uma cerimónia ou algo que fizesse lembrar a freguesia e o concelho da importância da construção desta estância balnear, quer no passado quer para o futuro desta terra, e pior sem que pelo menos tivessem aberto as instalações à população das Caldas de S. Jorge para admirarem e orgulharem-se de algo que existe na Freguesia e é desconhecido da maioria da população.
Na última época termal, passei-me por aquista nas termas de S. Jorge, com o intuito de verificar as condições e qualidade das recentes instalações, visto que eu as antigas conhecia bastante bem e quanto às novas instalações serem francamente desconhecidas de mim como da maioria das gentes da terra, pena é que esse desconhecimento seja prejudicial ao turista e ao possível aquista que se desloca à freguesia e solicite informações aos residentes, visto não existir nenhum posto de turismo nas Caldas de S. Jorge, porque a resposta mais certa que vão ter, provavelmente deve ser a mais errada que se devia dizer.
Devo afirmar que o meu melhor pensamento, foi em muito superado pelas excelentes condições existentes, quer a nível profissional, passando pela higiene e terminando nas infra-estruturas, que obrigam as melhores termas do país a equipararem-se a esta, e não ser esta a equiparar-se ás melhores do país. No entanto tenho de salientar que gostei muito da forma como é apresentado o novo logótipo das termas de S. Jorge, mas reconheço que não revejo aquele símbolo em nada que se relacione quer com Caldas de S. Jorge quer com o Concelho de Santa Maria da Feira, mas quem sou eu para opinar sobre essa matéria. Durante quase duas semanas, visitei tudo o que é referenciado nos poucos prospectos turísticos da freguesia, tenho de dizer que a minha decepção foi grande, não pela falta de qualidade de vida existente, muito menos pela beleza quer na zona envolvente das termas quer na harmonia existente em toda a freguesia, mas sim pelo pouco investimento turístico privado efectuado nos últimos anos e pior o retrocesso desse investimento. Nos anos 80 no centro das Caldas de S. Jorge existiam duas pensões, agora existe apenas uma, as casas que alugavam quartos a hospedes eram perto do dobro das que existem hoje, o numero de visitantes ao fim de semana na zona envolvente das termas era sem margem de erro pelo menos três vezes superior do que é agora, apenas existem duas áreas em que há uma clara ascensão de investimento privado que é a restauração, visto terem aumentado de dois para três restaurantes e no que toca a cafés, bares e pastelarias terem triplicado nos últimos anos.
Ao fim de duzentos anos o futuro em Caldas de S. Jorge a ainda é uma incógnita, pois existe a possibilidades, ou manter o fraco investimento privado, visto que a Câmara municipal tem investido fortemente na modernização da estância termal ou haver um investidor que se lembre que Caldas de S. Jorge existe, e faça o que não foi feito nos últimos anos isto é a criação de infra-estruturas, que possam albergar e incentivar a fixação dos aquistas em Caldas de S. Jorge, desenvolvendo assim o próprio comércio local em especial na zona envolvente das termas.

sexta-feira, 18 de novembro de 2005

Caldas de S. Jorge que futuro????

É com muita satisfação que vejo pela primeira vez uma campanha politica na freguesia das Caldas de S. Jorge, em que os candidatos se preocupam mais em promover o debate democrático e sério em detrimento das politiquices mediáticas e descrentes da sociedade politica.
No entanto devo dizer que o meu sentido de cidadania me leva a criticar, não uma, mas todas as forças politicas candidata a esta freguesia, pela falta de coragem e ambição no que toca ao programa eleitoral. Devo dizer que quase todos os candidatos têm objectivos similares alterando somente os adjectivos usados nos prospectos para o mesmo fim. Tenho que ser crítico pela ausência de estudos de desenvolvimento turístico da região, pela falta de ambição no que toca a infra estruturas básicas de importância máxima para a sustentabilidade turística da freguesia e pela falta de audácia politica para exigir a construção do núcleo da escola de Hotelaria e Turismo do Porto em Caldas de S. Jorge em detrimento da freguesia de Santa Maria da Feira, nomeadamente nos terrenos da zona envolvente das termas recentemente adquiridos pela Câmara Municipal.
Leva-me a perguntar o porquê de tanta preocupação para a participação da junta de freguesia (JF) no capital social da sociedade de turismo (ST) e tão pouca no desenvolvimento infra estrutural turístico, nomeadamente a construção de um parque de campismo quer ligado a uma empresa como a “orbitur” quer da responsabilidade da Câmara Municipal, sendo uma infra-estrutura tanto ou mais importante para o desenvolvimento da freguesia como hotel que todos dizem necessário para a região, levando-me a perguntar se a vontade da junta participar na ST não é meramente uma vaidade politica para qualquer presidente entrar nas instalações e poder dizer eu quero posso e mando. Eu tenho uma percepção diferente da função da JF, nomeadamente nesta situação, pois acho que é preferível manter uma equidistância relativamente à ST para não haver promiscuidade que possa em vez de trazer benefícios para a freguesia, transformar a JF numa “ funcionária de limpezas” da ST, achando eu que a JF tem capacidade para desenvolver e rentabilizar-se sem ter necessidade de se misturar com capitais privados pois acho que a JF fizer o que está ao seu alcance pode exigir mais à ST e à sociedade civil para fazerem também a parte que lhes compete.

sábado, 24 de setembro de 2005

"Carrossel Ambiental" nas Caldas de S. Jorge.

Um trabalho recentemente elaborado pelo Grupo de Intervenção Cultural da Lourocoope (GRIC-L), danos conta de que a Freguesia das Caldas de S. Jorge está num estado de calamidade pública no que respeita à política ambiental.
Eu falo só da Freguesia das Caldas de S. Jorge porque é a que me diz respeito por ser autóctone dessa mesma freguesia, por isso venho dar os meus parabéns ao GRIC-L por um trabalho desta natureza, pois é bastante importante para o Concelho de Santa Maria da Feira, e o meu lamento pela sua incapacidade de efectuar um trabalho credível.
No entanto, devo dizer que na minha qualidade de cidadão residente nas Caldas de S. Jorge, um trabalho desta natureza deve ser sério, e de muita responsabilidade, pois está em causa todo o bom nome de uma freguesia e de toda a sua imagem interior e exterior. Em primeiro lugar devo dizer que Caldas de S. Jorge não é nem nunca foi exemplo para ninguém no que toca ao ambiente e qualidade de vida dos cidadãos.
Devo dizer que no entanto é uma das freguesias, em que se pode respira um ar saudável, têm vários locais de lazer nomeadamente um lindo lago onde se podem apreciar centenas de peixes, dispõem de vários locais para prática desportiva, em quase todas as instituições públicas e algumas privadas dispõe de rampas para fácil acesso dos paraplégicos, coisa rara em Santa Maria da Feira, tem água pública em grande parte da freguesia, dispõem de lugares de divertimento, etc., etc.,. Um dos aspectos mais salientados pelo GRIC-L foi « hoje em dia, já não se vê um único peixe no rio, e a água começou a Ter uma cor escura e o barulho instalou-se junto daquele espaçoso parque, desgastando a paciência dos moradores».
Quanto ao rio Uíma, devo dizer que concordo no aspecto de estar um pouco sujo, mas quanto à vida aquática, se o GRIC-L não viu um único peixe é sinal que não esteve ninguém a efectuar o estudo em Caldas de S. Jorge, ou das duas uma o que é peixe para o mundo, para o GRIC-L é sapos. Peixes felizmente ainda existem agora sapos é que já é mais difícil encontrar.
Nesta minha opinião pessoal venho pedir a todos os grupos e instituições, quando efectuarem estudos deste tipo tentem ser o mais sérios e profissionais possível, não publicando mentiras ou gafes de tal ordem que percam toda a credibilidade, denegrindo toda uma imagem criada, por uma freguesia em vias de desenvolvimento e com algum potencial turismo termal.

quarta-feira, 7 de setembro de 2005

ESCOLA DE HOTELARIA....

Recentemente o Sr. Engenheiro António Cardoso, veio relançar novamente o debate público há cerca da Escola de Hotelaria. É nesta legitimidade de cidadão do concelho que venho dar a minha opinião contribuindo para o enriquecimento do debate, colocando as minhas ideias e opiniões públicas.
Exmo. Sr. Engenheiro António Cardoso, pegando na frase que vossa ex. publica no final da sua opinião “onde não há mudas, não há renovas”. Eu sou da mesma opinião, desde que as mudas signifiquem avanços e melhorias, devo dizer que discordo plenamente da sua sugestão em colocar esta unidade escolar, juntamente com o ISVOUGA ou o ISPAB, vossa ex. mais que ninguém conhece a rivalidade e a incompatibilidade que existe entre os alunos desta escola e o Isvouga, era como juntar os adeptos do FCP com os do SLB. É neste contexto que eu venho dar uma sugestão:
Porque não transferir a Escola de Hotelaria para junto das Termas de Caldas de S. Jorge, fazendo avivar a extinta escola de Vidago, que somente era uma das melhores do mundo. Em Caldas de S. Jorge existem terrenos adequados para a construção de uma escola de raiz, e seria uma maneira de desenvolver e fomentar a construção de unidades Hoteleiras de apoio às Termas que tanta falta fazem para o desenvolvimento de uma das maiores potencialidades turísticas de Santa Maria da Feira. Eu pessoalmente acho que a Feira “cidade” já tem bastantes unidades escolares, Mas não é a única razão para que eu peça a descentralização da Escola de Hotelaria, pessoalmente acho que o concelho ficava a ganhar e a própria formação, visto estar inserido num contexto pedagógico e com potencialidades para dar uma formação mais adequada e inserida num espaço que tudo tem a haver com este tipo de formação, nomeadamente a formação podia passar não só pelas áreas de restaurante / bar e cozinha / pastelaria como podia ser inserida a formação de recepcionistas e mais tarde com o apoio do ISVOUGA e do ISPAB mas só nessa vertente a criação de cursos de gestão hoteleira, pois não fazia sentido misturar cursos iniciais com cursos superiores.
Para terminar uso novamente uma frase do Sr. Engenheiro António Cardoso “é preciso renovar o Concelho” talvez passe a renovação pela descentralização desta unidade escolar.

domingo, 17 de outubro de 1999

«Carta aberta ao presidente da câmara municipal»

Escola de Hotelaria Turismo do Porto
Núcleo Escolar da Feira


Exmo.Sr. Presidente da Câmara Municipal de Santa maria da Feira.

Eu, Ângelo Miguel Magalhães Cardoso, resido na freguesia das Caldas de S. jorge, trabalho actualmente na Expo98 no pavilhão de Portugal com pessoas indisnas do Concelho de Santa Maria da Feira, fui aluno da Escola de Hotelaria do Porto (Núcleo escolar da Feira) entre os anos de 95 e 98, tive a sorte e o prazer de ter como mestres o Chefe Oliveira, o Chefe David, que em muito me orgulho, e o escanção galardoado internacionalmente Vitor Pinho.
O Núcleo surgiu em Outubro de 1990, começando a desenvolver a actividade formativa a partir de Janeiro de 1991, sendo esta a única escola hoteleira no Distrito de Aveiro. Este Núcleo do Porto prime pela sua rigidés e rigor como lema escolar, que em muito nos ajuda na vida activa proficional, é a primeira e única do país com restaurante aberto ao público onde possibilita o aluno viver situações reais permitindo uma evolução e uma aprendizagem de alto nível, colocando este Núcleo ao lado das melhores escolas hoteleiras da Europa na área de restaurante/bar e cozinha/pastelaria. Esta escola têm por média 150 alunos nos dois cursos saindo anualmente formados em média 45 alunos. A taxa de empregabilidade líquida dos alunos deste núcleo é de 100%, recebendo a escola diariamente dezenas de pedidos de emprego, tendo todos alunos um estágio minimo de três meses ao fim de cada ano escolar.
Este resumo da história desta escola, só para dizer que a escola está prestes a transferir-se para outro Concelho, por isso é com muita tristeza que eu Ex aluno e nativo deste Concelho, noto a mizera acção da Câmara Municipal para manter a escola hoteleira em Santa Maria da Feira, escola essa com grande renome nacional e internacional que muito dignifica a região,o Concelho e o próprio País. Obiamente que não vou perguntar as razões que levam a Câmara Municipal a ter tanto desinteresse perante esta escola que tanto nome e dignidade dá à cidade de Santa Maria da Feira e ao Concelho, mas não deixo de mostrar a minha repognação e revolta perante esta atitude a esta instituição«Câmara Municipal» que é de todos e que devia defender o Concelho, nomeadamente tudo o que de bom existe.
Termino a minha carta aberta pedindo encarecidamente ao Exmo.Sr. presidente da Câmara que tome uma providencia o mais rapido possivel antes que seja tarde de mais.
com os maiores cumprimentos de:

segunda-feira, 20 de setembro de 1999

Pousada Conde de Ourém


Cada vez mais se tem falado da nova Pousada Conde de Ourém, que se situa na zona histórica da cidade. Para todas as pessoas que não tem a noção de que é uma Pousada da ENATUR e do possível desenvolvimento que ela implica, afigura-se-me dizer o seguinte pelo meu conhecimento que tenho destas unidades hoteleiras; devo dizer que é uma grande honra para qualquer Concelho ter uma Pousada no seu roteiro turístico, é sabido que estes estabelecimentos hoteleiros se situam em locais de interesse turístico, logo é mais uma valia para o concelho de Ourém que só tem de se congratular de ter uma unidade que nome e credibilidade dá ao turismo concelhio.
A Pousada Conde de Ourém é uma unidade hoteleira de média dimensão com trinta quartos, um restaurante com capacidade para cerca de oitenta pessoas e dois bares abertos a hospedes e passantes, uma piscina, etc., trabalhando coordenadamente com departamentos de marketing que publicitam a pousada e o concelho de Ourém a nível nacional e no estrangeiro.
Ultimamente nas opiniões pessoais, tem-se falado muito no atraso desta grandiosa obra e mais quem vai receber os louros desta construção. Nesta minha opinião devo deixar claro que os atrasos são normais neste tipo de obras ligadas a organizações governamentais e quanto aos louros acho quem os vai arrecadar é todo o concelho de Ourém, obviamente que todo o comercio da zona histórica a longo prazo beneficiará com o novo fluxo de mais turistas nacionais e estrangeiros e de todo o marketing no país e fora que implica uma unidade hoteleira desta grandeza.
Termino esta opinião desejando as maiores felicidades para a abertura desta obra que é de todo o concelho.

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