quinta-feira, 1 de março de 2007
domingo, 25 de junho de 2006
ALERTA – Lontras à vista.
Recentemente a população de Caldas de S. Jorge, deparou-se com um fenómeno raro no país e quase a nível mundial, o aparecimento de uma colónia de lontras, desta feita no rio Uíma, bem ao lado das Termas de Caldas de S. Jorge. Este fenómeno digno de se ver, tem sido a recente atracção desta Vila termal nas ultimas semanas, vindo dezenas de pessoas diariamente entre as 21:00h e as 2:00h da manhã, horário propicio para que se possa avistar a um maravilhoso espectáculo de acrobacia e beleza natural, que faz reviver tempos passados que jamais as pessoas julgavam poder reviver.Este espectáculo natural, tem suscitado o interesse da população, mas também a curiosidade de pessoas com poucos escrúpulos e com uma certa demência que tentam matar estes maravilhosos animais que não fazem nenhum mal, a não ser o tempo que nos fazem perder durante a noite para assistir a este fenómeno de rara beleza. Não deixa de ser caricato que as ultimas lontras que foram avistadas no rio uns anos a trás, alguns caçadores da terra tenham perdido horas e dias para as abater como de uma peste se tratasse, para essas pessoas Leonardo Da Vinci escreveu: “O tempo chegará em que pessoas tais como eu olharão para o assassinato de animais da mesma forma que olham para o assassinato de humanos.” É altura de sensibilizar a população, pescadores e caçadores para o interesse da preservação destes fantásticos animais, e em vez de caçarem serem os guardas de protecção destas lontras, e que para tal seja criado uma comissão de acompanhamento desta colónia de lontras para que se possa salvaguardar a existência destas, bem como o aumento da colónia.
Pede-se que sejam tomadas medidas e mediatas, por parte das entidades competentes, nomeadamente a Junta de Freguesia e a Câmara municipal, para que se possa assegurar a vigilância de caçadores furtivo, bem como a prevenção e preservação, quer da cadeia alimentar bem como a vegetação natural ali existente que serve de abrigo para a colónia de lontras. Por minha parte já comuniquei com o instituto de preservação da natureza bem como a quercos, que se prontificaram a comunicar o caso à Câmara Municipal, bem como o fornecimento de ajuda para medidas que possam vir a ser tomadas.
Na esperança, das entidades tomarem o mais rápido possível da tentativa de preservação desta espécie, pede-se a toda a população que vigie e caso que seja avistados qualquer caçadores furtivos comuniquem e mediatamente às autoridades competentes como a G.N.R.
Publicada por Ângelo Miguel Magalhães Cardoso à(s) 11:45 0 comentários
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006
A ROTA DA FOGAÇA…
nção politica de na próxima edição já existir essa desejada demarcação. No entanto não deixo de destacar, a forma rigorosa e determinada, que quer a Câmara Municipal, quer a confraria das fogaças e agora recentemente o agrupamento de produtores de fogaça, têm vindo a actuar pela preservação, divulgação e tradição deste produto inteiramente Feirense.A festa das fogaceiras, por norma resume-se somente ao dia 20, talvez seja altura de a confraria da fogaça, o agrupamento de produtores artesanais da fogaça da feira, Câmara Municipal e Juntas de freguesia criem uma rota das fogaças, rota essa que consistia na demarcação das padarias históricas associadas ao agrupamento colocando uma sinalética personalizada indicando a localização e nome das mesmas, devendo ser criados passeios turísticos, escolares e de idosos com o intuito de ensinar e divulgar quer a forma de fabricar este doce regional, quer educar e sensibilizar para a história secular do concelho de Santa Maria da Feira. Caso seja criada esta rota a festa das fogaceiras não ficará cingida a apenas um único dia, mas sim a todo o ano, e desta forma educa-se quer os Feirenses quer os visitantes para as verdadeiras características deste doce típico regional, ficando com um conhecimento mais alargado, para sempre que tenha de adquirir para consumo próprio ou para oferecer não virem a comprar gato por lebre, manchando o nome e a história que tanto demorou a prestigiar.
Publicada por Ângelo Miguel Magalhães Cardoso à(s) 11:06 0 comentários
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2006
200 Anos passados...
Na última época termal, passei-me por aquista nas termas de S. Jorge, com o intuito de verificar as condições e qualidade das recentes instalações, visto que eu as antigas conhecia bastante bem e quanto às novas instalações serem francamente desconhecidas de mim como da maioria das gentes da terra, pena é que esse desconhecimento seja prejudicial ao turista e ao possível aquista que se desloca à freguesia e solicite informações aos residentes, visto não existir nenhum posto de turismo nas Caldas de S. Jorge, porque a resposta mais certa que vão ter, provavelmente deve ser a mais errada que se devia dizer.
Devo afirmar que o meu melhor pensamento, foi em muito superado pelas excelentes condições existentes, quer a nível profissional, passando pela higiene e terminando nas infra-estruturas, que obrigam as melhores termas do país a equipararem-se a esta, e não ser esta a equiparar-se ás melhores do país. No entanto tenho de salientar que gostei muito da forma como é apresentado o novo logótipo das termas de S. Jorge, mas reconheço que não revejo aquele símbolo em nada que se relacione quer com Caldas de S. Jorge quer com o Concelho de Santa Maria da Feira, mas quem sou eu para opinar sobre essa matéria. Durante quase duas semanas, visitei tudo o que é referenciado nos poucos prospectos turísticos da freguesia, tenho de dizer que a minha decepção foi grande, não pela falta de qualidade de vida existente, muito menos pela beleza quer na zona envolvente das termas quer na harmonia existente em toda a freguesia, mas sim pelo pouco investimento turístico privado efectuado nos últimos anos e pior o retrocesso desse investimento. Nos anos 80 no centro das Caldas de S. Jorge existiam duas pensões, agora existe apenas uma, as casas que alugavam quartos a hospedes eram perto do dobro das que existem hoje, o numero de visitantes ao fim de semana na zona envolvente das termas era sem margem de erro pelo menos três vezes superior do que é agora, apenas existem duas áreas em que há uma clara ascensão de investimento privado que é a restauração, visto terem aumentado de dois para três restaurantes e no que toca a cafés, bares e pastelarias terem triplicado nos últimos anos.
Ao fim de duzentos anos o futuro em Caldas de S. Jorge a ainda é uma incógnita, pois existe a possibilidades, ou manter o fraco investimento privado, visto que a Câmara municipal tem investido fortemente na modernização da estância termal ou haver um investidor que se lembre que Caldas de S. Jorge existe, e faça o que não foi feito nos últimos anos isto é a criação de infra-estruturas, que possam albergar e incentivar a fixação dos aquistas em Caldas de S. Jorge, desenvolvendo assim o próprio comércio local em especial na zona envolvente das termas.
Publicada por Ângelo Miguel Magalhães Cardoso à(s) 11:17 0 comentários
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sexta-feira, 18 de novembro de 2005
Caldas de S. Jorge que futuro????
É com muita satisfação que vejo pela primeira vez uma campanha politica na freguesia das Caldas de S. Jorge, em que os candidatos se preocupam mais em promover o debate democrático e sério em detrimento das politiquices mediáticas e descrentes da sociedade politica.No entanto devo dizer que o meu sentido de cidadania me leva a criticar, não uma, mas todas as forças politicas candidata a esta freguesia, pela falta de coragem e ambição no que toca ao programa eleitoral. Devo dizer que quase todos os candidatos têm objectivos similares alterando somente os adjectivos usados nos prospectos para o mesmo fim. Tenho que ser crítico pela ausência de estudos de desenvolvimento turístico da região, pela falta de ambição no que toca a infra estruturas básicas de importância máxima para a sustentabilidade turística da freguesia e pela falta de audácia politica para exigir a construção do núcleo da escola de Hotelaria e Turismo do Porto em Caldas de S. Jorge em detrimento da freguesia de Santa Maria da Feira, nomeadamente nos terrenos da zona envolvente das termas recentemente adquiridos pela Câmara Municipal.
Leva-me a perguntar o porquê de tanta preocupação para a participação da junta de freguesia (JF) no capital social da sociedade de turismo (ST) e tão pouca no desenvolvimento infra estrutural turístico, nomeadamente a construção de um parque de campismo quer ligado a uma empresa como a “orbitur” quer da responsabilidade da Câmara Municipal, sendo uma infra-estrutura tanto ou mais importante para o desenvolvimento da freguesia como hotel que todos dizem necessário para a região, levando-me a perguntar se a vontade da junta participar na ST não é meramente uma vaidade politica para qualquer presidente entrar nas instalações e poder dizer eu quero posso e mando. Eu tenho uma percepção diferente da função da JF, nomeadamente nesta situação, pois acho que é preferível manter uma equidistância relativamente à ST para não haver promiscuidade que possa em vez de trazer benefícios para a freguesia, transformar a JF numa “ funcionária de limpezas” da ST, achando eu que a JF tem capacidade para desenvolver e rentabilizar-se sem ter necessidade de se misturar com capitais privados pois acho que a JF fizer o que está ao seu alcance pode exigir mais à ST e à sociedade civil para fazerem também a parte que lhes compete.
Publicada por Ângelo Miguel Magalhães Cardoso à(s) 11:29 0 comentários
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sábado, 24 de setembro de 2005
"Carrossel Ambiental" nas Caldas de S. Jorge.
Um trabalho recentemente elaborado pelo Grupo de Intervenção Cultural da Lourocoope (GRIC-L), danos conta de que a Freguesia das Caldas de S. Jorge está num estado de calamidade pública no que respeita à política ambiental.Eu falo só da Freguesia das Caldas de S. Jorge porque é a que me diz respeito por ser autóctone dessa mesma freguesia, por isso venho dar os meus parabéns ao GRIC-L por um trabalho desta natureza, pois é bastante importante para o Concelho de Santa Maria da Feira, e o meu lamento pela sua incapacidade de efectuar um trabalho credível.
No entanto, devo dizer que na minha qualidade de cidadão residente nas Caldas de S. Jorge, um trabalho desta natureza deve ser sério, e de muita responsabilidade, pois está em causa todo o bom nome de uma freguesia e de toda a sua imagem interior e exterior. Em primeiro lugar devo dizer que Caldas de S. Jorge não é nem nunca foi exemplo para ninguém no que toca ao ambiente e qualidade de vida dos cidadãos.
Devo dizer que no entanto é uma das freguesias, em que se pode respira um ar saudável, têm vários locais de lazer nomeadamente um lindo lago onde se podem apreciar centenas de peixes, dispõem de vários locais para prática desportiva, em quase todas as instituições públicas e algumas privadas dispõe de rampas para fácil acesso dos paraplégicos, coisa rara em Santa Maria da Feira, tem água pública em grande parte da freguesia, dispõem de lugares de divertimento, etc., etc.,. Um dos aspectos mais salientados pelo GRIC-L foi « hoje em dia, já não se vê um único peixe no rio, e a água começou a Ter uma cor escura e o barulho instalou-se junto daquele espaçoso parque, desgastando a paciência dos moradores».
Quanto ao rio Uíma, devo dizer que concordo no aspecto de estar um pouco sujo, mas quanto à vida aquática, se o GRIC-L não viu um único peixe é sinal que não esteve ninguém a efectuar o estudo em Caldas de S. Jorge, ou das duas uma o que é peixe para o mundo, para o GRIC-L é sapos. Peixes felizmente ainda existem agora sapos é que já é mais difícil encontrar.
Nesta minha opinião pessoal venho pedir a todos os grupos e instituições, quando efectuarem estudos deste tipo tentem ser o mais sérios e profissionais possível, não publicando mentiras ou gafes de tal ordem que percam toda a credibilidade, denegrindo toda uma imagem criada, por uma freguesia em vias de desenvolvimento e com algum potencial turismo termal.
Publicada por Ângelo Miguel Magalhães Cardoso à(s) 10:44 0 comentários
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quarta-feira, 7 de setembro de 2005
ESCOLA DE HOTELARIA....
Exmo. Sr. Engenheiro António Cardoso, pegando na frase que vossa ex. publica no final da sua opinião “onde não há mudas, não há renovas”. Eu sou da mesma opinião, desde que as mudas signifiquem avanços e melhorias, devo dizer que discordo plenamente da sua sugestão em colocar esta unidade escolar, juntamente com o ISVOUGA ou o ISPAB, vossa ex. mais que ninguém conhece a rivalidade e a incompatibilidade que existe entre os alunos desta escola e o Isvouga, era como juntar os adeptos do FCP com os do SLB. É neste contexto que eu venho dar uma sugestão:
Porque não transferir a Escola de Hotelaria para junto das Termas de Caldas de S. Jorge, fazendo avivar a extinta escola de Vidago, que somente era uma das melhores do mundo. Em Caldas de S. Jorge existem terrenos adequados para a construção de uma escola de raiz, e seria uma maneira de desenvolver e fomentar a construção de unidades Hoteleiras de apoio às Termas que tanta falta fazem para o desenvolvimento de uma das maiores potencialidades turísticas de Santa Maria da Feira. Eu pessoalmente acho que a Feira “cidade” já tem bastantes unidades escolares, Mas não é a única razão para que eu peça a descentralização da Escola de Hotelaria, pessoalmente acho que o concelho ficava a ganhar e a própria formação, visto estar inserido num contexto pedagógico e com potencialidades para dar uma formação mais adequada e inserida num espaço que tudo tem a haver com este tipo de formação, nomeadamente a formação podia passar não só pelas áreas de restaurante / bar e cozinha / pastelaria como podia ser inserida a formação de recepcionistas e mais tarde com o apoio do ISVOUGA e do ISPAB mas só nessa vertente a criação de cursos de gestão hoteleira, pois não fazia sentido misturar cursos iniciais com cursos superiores.
Para terminar uso novamente uma frase do Sr. Engenheiro António Cardoso “é preciso renovar o Concelho” talvez passe a renovação pela descentralização desta unidade escolar.
Publicada por Ângelo Miguel Magalhães Cardoso à(s) 11:32 0 comentários
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domingo, 17 de outubro de 1999
«Carta aberta ao presidente da câmara municipal»
Núcleo Escolar da Feira
Exmo.Sr. Presidente da Câmara Municipal de Santa maria da Feira.
Eu, Ângelo Miguel Magalhães Cardoso, resido na freguesia das Caldas de S. jorge, trabalho actualmente na Expo98 no pavilhão de Portugal com pessoas indisnas do Concelho de Santa Maria da Feira, fui aluno da Escola de Hotelaria do Porto (Núcleo escolar da Feira) entre os anos de 95 e 98, tive a sorte e o prazer de ter como mestres o Chefe Oliveira, o Chefe David, que em muito me orgulho, e o escanção galardoado internacionalmente Vitor Pinho.
O Núcleo surgiu em Outubro de 1990, começando a desenvolver a actividade formativa a partir de Janeiro de 1991, sendo esta a única escola hoteleira no Distrito de Aveiro. Este Núcleo do Porto prime pela sua rigidés e rigor como lema escolar, que em muito nos ajuda na vida activa proficional, é a primeira e única do país com restaurante aberto ao público onde possibilita o aluno viver situações reais permitindo uma evolução e uma aprendizagem de alto nível, colocando este Núcleo ao lado das melhores escolas hoteleiras da Europa na área de restaurante/bar e cozinha/pastelaria. Esta escola têm por média 150 alunos nos dois cursos saindo anualmente formados em média 45 alunos. A taxa de empregabilidade líquida dos alunos deste núcleo é de 100%, recebendo a escola diariamente dezenas de pedidos de emprego, tendo todos alunos um estágio minimo de três meses ao fim de cada ano escolar.
Este resumo da história desta escola, só para dizer que a escola está prestes a transferir-se para outro Concelho, por isso é com muita tristeza que eu Ex aluno e nativo deste Concelho, noto a mizera acção da Câmara Municipal para manter a escola hoteleira em Santa Maria da Feira, escola essa com grande renome nacional e internacional que muito dignifica a região,o Concelho e o próprio País. Obiamente que não vou perguntar as razões que levam a Câmara Municipal a ter tanto desinteresse perante esta escola que tanto nome e dignidade dá à cidade de Santa Maria da Feira e ao Concelho, mas não deixo de mostrar a minha repognação e revolta perante esta atitude a esta instituição«Câmara Municipal» que é de todos e que devia defender o Concelho, nomeadamente tudo o que de bom existe.
Termino a minha carta aberta pedindo encarecidamente ao Exmo.Sr. presidente da Câmara que tome uma providencia o mais rapido possivel antes que seja tarde de mais.
com os maiores cumprimentos de:
Publicada por Ângelo Miguel Magalhães Cardoso à(s) 11:01 0 comentários
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segunda-feira, 20 de setembro de 1999
Pousada Conde de Ourém

Cada vez mais se tem falado da nova Pousada Conde de Ourém, que se situa na zona histórica da cidade. Para todas as pessoas que não tem a noção de que é uma Pousada da ENATUR e do possível desenvolvimento que ela implica, afigura-se-me dizer o seguinte pelo meu conhecimento que tenho destas unidades hoteleiras; devo dizer que é uma grande honra para qualquer Concelho ter uma Pousada no seu roteiro turístico, é sabido que estes estabelecimentos hoteleiros se situam em locais de interesse turístico, logo é mais uma valia para o concelho de Ourém que só tem de se congratular de ter uma unidade que nome e credibilidade dá ao turismo concelhio.A Pousada Conde de Ourém é uma unidade hoteleira de média dimensão com trinta quartos, um restaurante com capacidade para cerca de oitenta pessoas e dois bares abertos a hospedes e passantes, uma piscina, etc., trabalhando coordenadamente com departamentos de marketing que publicitam a pousada e o concelho de Ourém a nível nacional e no estrangeiro.
Ultimamente nas opiniões pessoais, tem-se falado muito no atraso desta grandiosa obra e mais quem vai receber os louros desta construção. Nesta minha opinião devo deixar claro que os atrasos são normais neste tipo de obras ligadas a organizações governamentais e quanto aos louros acho quem os vai arrecadar é todo o concelho de Ourém, obviamente que todo o comercio da zona histórica a longo prazo beneficiará com o novo fluxo de mais turistas nacionais e estrangeiros e de todo o marketing no país e fora que implica uma unidade hoteleira desta grandeza.
Termino esta opinião desejando as maiores felicidades para a abertura desta obra que é de todo o concelho.
Publicada por Ângelo Miguel Magalhães Cardoso à(s) 10:55 0 comentários
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