quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Para "atordoar" o cérebro!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

A Minha Entronização Como Confrade da Fogaça.

Este sábado vai ser o dia da minha entronização como Confrade Da Fogaça da Feira.
Por volta das 10:30h, vai haver a cerimónia de entronização em que estará presente mais de 20 confrarias. Nessa cerimónia serão também entronizados a título honoris os confrades:

Ângelo Ludgero da Silva Marques, Eng.º; Américo Ferreira Amorim;entre outros.
É de salientar que caso o tempo permita, seguirá um desfile a pé do Castelo da Feira até ao orfeão, local que se seguirá um almoço com todos os presentes.

Traje:

O solene traje é constituído por uma capa de inspiração quinhentista. O uso de brocado dá-lhe um toque de nobreza e distinção concedendo-lhe ao mesmo tempo, a sua imponência protocolar.
O gorro, inspirado nas formas da fogaça, é o complemento chave desta indumentária. Se, por um lado, permite a identificação dos confrades, por outro lado, irá conter os elementos de distinção hierárquica – através do jogo cromático das cintas.

A cor, elemento de extrema importância pela impressão visual que produz, foi escolhida para simbolizar os tons dessa única e afamada iguaria que é a fogaça.

Vinho uma obra de arte.

Beber um grande vinho não é só apreciar uma grande arte como é ter um raro privilégio de interiorizar uma obra executada por dois grandes artistas: a Natureza, que inicia ao criar a matéria-prima excelente, e o enólogo, que acaba e lhe dá personalidade distinta por lhe imprimir o seu próprio estilo e carácter.
Os portugueses são diariamente massacrados por um selogam absurdo para os tempos de hoje que é o da direcção geral da viação que coloca sempre uma imagem de um copo de vinho, com a seguinte frase " se conduzir não beba ", esta imagem além de desactualizada mostra a pouca sensibilidade das entidades competentes perante um dos sectores que mais gente emprega em Portugal e que mais nome dá ao país, cidades e regiões. Imaginem o que seria da cidade do Porto, sem os seus famosos vinhos generosos, sendo a primeira região do mundo a ser demarcada, para não falar de regiões e terras como o Dão, a Bairrada, o Cartaxo, o Douro, Alentejo, Setúbal, etc.
Paulo Duarte um Sociólogo Brasileiro disse em 1944 na cidade de Lisboa que "O vinho, interpretado apenas como objecto de troca, desce à categoria dos que bebem mal. O que bebe mal é um bêbado, o que sabe beber é um homem de espírito". O vinho, explica este sociólogo, "não é uma composição física, porque não é só uma mistura, nem química, pois não é uma simples combinação, nem biológica, porque não é apenas um simples caldo de cultura, é tudo isso ao mesmo tempo ao serviço de uma arte que é o vinho". Tanto é que diz ainda "A sua formação (vinho) exige a mão do artista, como o mármore para virar estátua." Estas palavras tem tanto de belo como de verdadeiro.
Na actual sociedade portuguesa infelizmente os jovens dão mais valor a bebidas como a cerveja e energéticos alcoólicos, bebidas essas de qualidade duvidosa que funcionam com um marketing agressivo ligado multinacionais, desprezando o que melhor se faz em Portugal como é o caso do vinho. Vêem os turistas Ingleses, Franceses, Espanhóis e Americanos saborear o néctar dos Deuses a preços para o poder de compra deles risonhos, enquanto os portugueses vão apreciando as bebidas importadas compostas a preços excessivos e com uma qualidade que deixa muito a desejar.
Termino esta opinião bebendo um copo de Porto Vintage de 1977, dizendo esta frase típica da Bairrada, "Mais depressa se bebe um trago do que se conta uma História".


Ângelo Miguel Magalhães Cardoso.

Blog Para Visitar...



Blog relata aventuras de soldado da Primeira Guerra Mundial

As aventuras de William Henry Bonser Lamin, um soldado britânico que serviu durante a Primeira Guerra Mundial, estão prendendo a atenção de milhares de internautas que seguem suas correspondências em um blog criado pelo seu neto.
No WW1: Experiences of an English Soldier o leitor tem a mesma sensação que a família de William Henry Bonser ("Harry") Lamin tinha há quase um século. Isto porque as cartas são publicados como se estivessem em "tempo real", e os leitores não sabem quando chegará a próxima carta --e nem se ela realmente chegará.
"Muitas pessoas comentam com entusiasmo que estão seguindo a jornada de Harry e que estão se afeiçoando a ele", afirma Bill Lamin, 59, que encontrou as cartas de seu avô quando ainda era criança e decidiu reproduzi-las no blog. "Eles acompanham [os fatos contados por Harry] como se estivessem acontecendo agora", relata.

‘É nosso dever distinguir o trigo do joio em matéria de Fogaça’

O Agrupamento de Produtores Artesanais de Fogaça acaba de conseguir o pré-registo europeu de identificação geográfica da Fogaça. Manuel Cavaco, presidente do Agrupamento, mostra-se orgulhoso com o trabalho desenvolvido, pois considera que “tal irá permitir salvaguardar a tradição e garantir a qualidade de um produto secular que hoje é enviado para os vários cantos do mundo”. O próximo passo do Agrupamento é a certificação da Fogaça.


O Agrupamento de Produtores Artesanais de Fogaça surge como uma espécie de “filho” da Confraria da Fogaça da Feira que, preocupada com a preservação da qualidade da Fogaça, confiou aos produtores da Fogaça a regularização do seu fabrico em conformidade com a tradição. Além de promotora, a Confraria da Fogaça é um dos associados do Agrupamento. Na verdade, tudo começou nos anos 90 com a criação do concurso “Fogaça Prestígio”, uma iniciativa da Associação Comercial da Feira (hoje denominada Associação Empresarial do Concelho de Santa Maria da Feira) em parceria com a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, que tinha como objectivo premiar os fabricantes de fogaça que cumprissem as regras da tradicional Fogaça que passavam entre outros pela avaliação do seu paladar, do seu formato e sua textura. O que mudou? Manuel Cavaco esclarece que “com as novas regras, os segredos no fabrico da Fogaça acabaram. Os ingredientes deste pão doce são os mesmos de há quinhentos anos. A Focaça só pode ser confeccionada com farinha, aovos, açúcar, manteiga, água, fermento, limão, canela e sal. E nada mais. Quem quiser inventar outros ingredientes não lhe poderá chamar Fogaça.”A partir de 15 de Julho, “quem tentar produzir Fogaça e não estiver registado no Agrupamento verá o seu produto ser considerado contrafacção, ou seja uma imitação fraudulenta.” Os produtores têm, portanto, cerca de meio ano para se adaptarem às novas regras. Para Manuel Cavaco, é um “período bastante razoável” atendendo a que a Escola de Hotelaria de Santa Maria da Feira, graças a uma parceria com o Agrupamento, está disponível para dar a formação necessária a todos os padeiros e pasteleiros que pretendam frequentar um curso de aperfeiçoamento do fabrico da Fogaça. “O curso custa apenas 75 euros o que é um preço perfeitamente acessível e uma oportunidade a não perder.” _ afirma Manuel Cavaco.Questionado acerca da forma como impedir a contrafacção, o presidente do Agrupamento é peremptório: “Quem tentar produzir a Fogaça sem pertencer ao Agrupamento está sujeito à legislação em vigor. Quanto aos produtores que estejam registados, estes ficam sujeitos à avaliação periódica de um júri composto por quatro pessoas idóneas da Feira que aferirão a qualidade da Fogaça produzida.”“Não podemos permitir que gente menos escrupulosa ponha em causa uma herança que é anterior à própria Festa das Focaceiras.” _ afirma o Presidente do Agrupamento, para quem “a dignificação da produção de um dos produtos mais emblemáticos da Feira em nada pode prejudizar os fabricantes. Em contrapartida, basta um mau fabricante para prejudicar a reputação de todos os outros.”Adepto da Responsabilidade Social Empresarial, Manuel Cavaco insiste “na importância das empresas poderem também, dentro das suas possibilidades, contribuir para o bem comum das comunidades em que estão inseridas”. E confessa sentir-se “honrado por, enquanto empresário, estar envolvido num projecto que visa a defesa, a dignificação e o prestígio deste produto secular enobrecido pelo povo Feirense.” Lamenta apenas que haja “uns poucos que não compreendem nem acreditem na boa fé deste projecto, nem na dimensão cívica das empresas.” Compreende que “as resistências à mudança são típicas de todos os tempos”, mas diz confiar “no tempo que, com a sua sabedoria, avaliará quem hoje pretendeu salvaguardar a tradição e investir na qualidade, quem hoje pretendeu apostar num projecto, que visa proporcionar às gerações de hoje e às futuras a distinção clara do trigo do joio, em matéria de Fogaça.” Manuel Cavaco faz questão de sublinhar que “este é um projecto que chega a bom porto graças à acção de muitas pessoas e entidades”. Destaca a Associação Empresarial do Concelho de Santa Maria da Feira pelo empenho nas várias edições da “Fogaça Prestígio”; a Confraria da Fogaça da Feira; a Comissão de Vigilância do Castelo de Santa Maria da Feira; a Escola de Hotelaria de Santa Maria da Feira e a Junta de Freguesia da Feira. Eduardo Leite e Antero Barbosa “são duas das pessoas a quem este projecto muito deve”, mas não esquece o apoio dos vereadores Emídio Sousa e Celestino Portela, bem como o do Chefe Silva. E aponta o Presidente da Câmara Alfredo Henriques como “a pedra angular de todo este projecto”.

In Jornal Regional Online.

domingo, 6 de janeiro de 2008

França: Caixa de supermercado torna-se famosa com "blog" na Internet

Paris, 06 Jan (Lusa) - Uma jovem francesa tornou-se famosa graças a um blog que mantém há meses na Internet e onde relata a sua experiência como caixa de um supermercado na periferia de Rennes.

Anna Sam tem sido objecto nos últimos dias de entrevistas e reportagens depois de o seu "blog", com o título "Caixa sem futuro", ter excedido as 120.000 visitas e de um jornal de Rennes a ter distinguido como uma das bretãs de 2007.

Com um diploma universitário em Linguística, Anna, de 28 anos, começou o diário em Abril passado, num dia em que estava farta do seu trabalho, onde vê desfilar todo o tipo de pessoas.

Do seu contacto com os clientes do supermercado ficou-lhe a frase de uma mãe à filha, a que mais a marcou e incentivou a escrever o blog: "Tens de estudar, ou acabarás como esta mulher", dizia a mãe à filha enquanto apontava Anna com o dedo.

Toas as noites, em sua casa, Anna divertia-se a contar no seu "blog" as histórias e os acontecimentos do dia, nem sempre divertidos, o que a transformou numa espécie de embaixadora das 170.000 caixas de supermercado existentes em França.

Assim, descreve como conteve as lágrimas quando foi insultada por um cliente por falta de sacos de plástico ou as situações de quando soa o alarme a avisar que alguém está a levar algum artigo sem pagar, segundo declarou ao Journal du Dimanche, na sua edição de hoje.

Assistiu a conflitos de casais sobre quem pagaria a conta e reteve a imagem do homem que foi comprar a dinheiro um filme para adultos, horas depois de ter adquirido com cartão de crédito fitas infantis para os seus filhos.

Cansada de um trabalho em que esteve oito anos e que lhe causou uma tendinite, Anna Sam acaba de tomar uma decisão radical: deixou o trabalho de caixa de supermercado e foi inscrever-se no centro de emprego, mas mantém o seu diário na Internet porque ainda tem histórias para contar.

Inclusivamente, foi contactada por um editor de Paris e tem em projecto publicar um livro sobre as suas experiências.

Lusa/Fim

No Castelo de Santa Maria da Feira

Mostra de fabrico de fogaça
A segunda edição da Mostra de Fabrico de Fogaça da Feira realiza-se na próxima segunda-feira no Castelo, numa organização do Agrupamento de Produtores Artesanais de Fogaça da Feira (APAFF).O forno começa a aquecer pelas 9h, mas só às 16h terá lugar a prova das fogaças confeccionadas.Tendo como base a receita original e o processo de fabrico tradicional, os produtores serão sempre acompanhados por técnicos da Agricert – Certificação de Produtos Alimentares e da Escola de Hotelaria de Santa Maria da Feira. Com esta iniciativa, pretende-se sensibilizar os produtores para a importância de manter a receita e o processo de fabrico originais e valorizar o respeito pelas normas de segurança e higiene na produção da fogaça.São 17 os fabricantes que participam nesta mostra.


segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

O Melhor da Politica!!!

domingo, 30 de dezembro de 2007

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

O MAL EXISTE???!!!

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim...

…desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?"

Um aluno respondeu valentemente:
Sim, Ele criou…

Deus criou tudo?
Perguntou novamente o professor.
Sim senhor, respondeu o jovem.

O professor respondeu, “Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?"

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.

Outro estudante levantou a mão e disse:
Posso fazer uma pergunta, professor?
Lógico, foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou: professor, o frio existe?
Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu:" De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia.

O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor"

E, existe a escuridão?
Continuou o estudante.
O professor respondeu: Existe.

O estudante respondeu:
Novamente comete um erro, senhor,
a escuridão também não existe.
A escuridão na realidade é a ausência de luz.

“A luz pode-se estudar,
a escuridão não!
Até existe o prisma de Nichols
para decompor a luz branca nas
várias cores de que está composta,
com suas diferentes longitudes de ondas.
A escuridão não!

Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?
Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
Senhor, o mal existe?

O professor respondeu: Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.

E o estudante respondeu:
O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.

Deus não criou o mal.
Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz.
O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça
permanecendo calado…

Imediatamente o diretor
dirigiu-se àquele jovem e perguntou
qual era seu nome?

E ele respondeu:
ALBERT EINSTEIN.

GRANDE NOVIDADE!!!

Construção: «Esmagadora maioria» das autarquias paga atrasado
A «esmagadora maioria» das autarquias continua a pagar com «atrasos substanciais» às empresas de construção, demorando em média 7,1 meses a liquidar as dívidas, quando o prazo legal é de dois meses, denunciou hoje a federação do sector.

Tendo por base os dados do seu inquérito semestral do Outono de 2007, a Federação Portuguesa dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (FEPICOP) refere, contudo, ter-se registado «uma ligeira melhoria» nos prazos de pagamento das obras públicas.

Segundo a federação, as autarquias mais mal pagadoras são Cabeceiras de Basto, Castelo de Paiva, Figueira da Foz, Lisboa, Santa Maria da Feira e São Pedro do Sul, demorando mais de 15 meses (e, nalguns casos, mesmo mais de dois anos) a acertar contas com as empresas de construção.

Já as mais cumpridoras, que liquidam os seus compromissos financeiros em menos de um mês e meio, são Castelo de Vide, Pampilhosa da Serra, Sabugal, Alcácer do Sal, Albufeira, Lagoa e Lagos.

Globalmente, cerca de metade das câmaras portuguesas paga num prazo superior a seis meses.
De acordo com a FEPICOP, o inquérito semestral de Outono conseguiu obter informações sobre os prazos de pagamento de 283 autarquias (92 por cento do total), o que permitiu individualizar os prazos para 135 autarquias «com elevado grau de confiança».

«Verifica-se, pela primeira vez desde a Primavera de 2005, uma ligeira melhoria do prazo que, face ao inquérito anterior, se reduz em cerca de 15 dias. Contudo, analisando os piores prazos médios declarados, constata-se que das 135 autarquias apuradas, 20 liquidam as suas dívidas a empresas de construção num prazo superior a um ano», adianta.

Segundo a federação, apenas 38 autarquias cumprem os seus compromissos financeiros num prazo inferior a três meses.

Comparando os dados agora reunidos com os do anterior inquérito, a FEPICOP refere que o escalão dos maiores incumpridores, que agrupa prazos médios superiores a 15 meses, sofreu uma redução «significativa», representando apenas quatro por cento do total de autarquias consideradas no inquérito, face aos anteriores 10 por cento.

As três câmaras que, entre um inquérito e outro, mais agravaram os seus prazos médios de pagamento foram Santa Maria da Feira, Póvoa de Lanhoso e Maia, enquanto as que mais os reduziram foram Setúbal, Paços de Ferreira e Castelo de Paiva.
Esta última, e apesar da melhoria registada, mantém-se ainda, contudo, no grupo dos maiores incumpridores, nota a FEPICOP.
Conforme sustenta a federação, o não cumprimento dos prazos de pagamentos por parte do Estado tem «custos enormes para as empresas e para a economia do país».

Algo que, nota, «o próprio Governo reconhece, ao citar no Orçamento de Estado (OE) para 2008 um estudo da multinacional Intrum Justitia que conclui que o Estado português demora cinco meses a pagar, quando a média europeia é de dois meses».

Um cenário que, segundo as conclusões do inquérito da FEPICOP, «é ainda pior» quando em causa estão apenas as dívidas das autarquias ao sector da construção.

«Este incumprimento da lei em matéria de pagamentos causa graves problemas às empresas, uma vez que os prazos excessivos originam, para além de uma ineficiente afectação de recursos a tarefas associadas ao esforço de cobrança, custos financeiros acrescidos e o aumento do risco de falência, com o consequente efeito de propagação a toda a economia», sublinha.

Considerando que «o desperdício e a ineficiência são evidentes», a federação alerta que, mais do que «anúncios» do lançamento de um programa de redução dos prazos de pagamento da Administração Pública, conforme consta do OE 2008, o Estado tem de «assumir efectivamente a obrigação legal e ética de alterar as actuais práticas».

Práticas que, reitera, «têm um efeito prejudicial no tecido empresarial, afectando a competitividade das empresas e a economia do país».
Diário Digital / Lusa

PAPA SUBLINHA A IMPORTÂNCIA DO PRESÉPIO.

Bento XVI voltou hoje a sublinhar a importância do Presépio para preparar a celebração do Nascimento de Jesus. “Daqui a poucos dias é Natal e imagino que, nas vossas casas, se esteja a ultimar a montagem do Presépio”, referiu o Papa, na audiência geral desta manhã.
A “sugestiva representação da Natividade” é, para Bento XVI, um “elemento importante, não só para a nossas espiritualidade, mas também para a cultura e a arte”.

O Papa deixou votos de que os presépios “continuem a ser um modo simples e eloquente de lembrar aquele que veio habitar no meio de nós”.

O presépio da Praça de São Pedro, de 400 metros quadrados, com uma frente de 25 metros, será inaugurado no dia 24 de Dezembro, com a presença de Bento XVI, permanecendo em exposição até 2 de Fevereiro.

Hoje, por outro lado, após ser adornada com 20 mil luzes é iluminada pela primeira vez a árvore de Natal que este ano vai enfeitar a Praça de São Pedro, originária da região italiana da Calábria. O abeto, com 40 metros de altura (32, depois de preparado), é um dos chamados “gigantes da Sila” e chegou ao Vaticano na tarde de 12 de Dezembro.

A tradição de colocar uma árvore junto do obelisco, iniciada por João Paulo II em 1982, tem sido mantida por Bento XVI.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Combater o telemarketing!!!

- Está?
- Está, estou a falar com o senhor Nuno?
- Sim...
- Sr. Nuno, aqui é da TMN, estamos a ligar para apresentar a promoção TMN 1.382 minutos, que oferece...
- Desculpe, interrompo, mas com quem estou a falar?
- O sr está a falar com Natália Bagulho da TMN. Eu estou a ligar para...
- Natália, desculpe-me, mas para minha segurança gostaria de conferir alguns dados antes de continuar com a nossa conversa, pode ser?
- .Sssssim, pode...
- A Natália trabalha em que área da TMN?
- Telemarketing Pró-Activo.- E tem número de funcionária da TMN?
- Desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não estou seguro de estar realmente a falarcom uma funcionária da TMN.
- Mas eu posso garantir...
- Além disso, sempre que tento falar com a TMN sou obrigado a fornecer osmeusdados a uma data de interlocutores.
- Tudo bem, a minha matrícula é TMN-6696969-TPA.
- Só um momento enquanto verifico.
- .??? (Dois minutos mais tarde)
- Só mais um momento, por favor.
- .??? (Cinco minutos mais)
- Estou sim?
- Só mais um momento, por favor, estamos muito lentos hoje cá por casa.
- Mas, senhor... (Um minuto depois)
- Pronto, Natália, obrigado por ter aguardado. Qual é mesmo o assunto?
- Aqui é da TMN, estamos a ligar para oferecer a promoção TMN 1382 minutos, pela qual o Sr. fala 1.300 minutos e ganha 82 minutos de bónus, além de poderenviar 372 SMS totalmente grátis. O senhor estaria interessado, Sr. Nuno?
- Natália, vou ter que transferir a sua ligação para a minha mulher porque é ela quem decide sobre alteração de planos de telemóveis. Por favor, nãodesligue, pois a sua chamada é muito importante para mim...
(Pouso otelemóvelem frente ao leitor de CDZs, coloco a música "Querocheirar teu bacalhau" a tocar em repeat mode e vou beber um cafézinho...)

Válido não só para a TMN,
pode experimentar com a TV CABO, Clix, PT,Cabovisão, etc...

O Lobão esquecido!!!

Quando se fala de Lobão, obrigatoriamente fala-se do lugar da Corga, do lugar da igreja e pouco mais. Dando a entender que uma das maiores freguesias de Santa Maria da Feira esteja limitada a estes lugares, e os restantes sejam paisagens. Talvez não seja de todo mentira, e eu, digo de todo porque quando se fala do lugar da Ponte da Chã, quase ninguém sabe onde se situa, as próprias autoridades competentes, ignoram este pequeno, simpático e não menos importante lugar, dando a entender que só se deslocam a este pequeno paraíso apenas na altura das eleições ou para colocar as placas que divide a freguesia das Caldas de S. Jorge, com a freguesia de Lobão, se calhar com medo que a população se esqueça que este lugar lindíssimo, faça parte de Lobão e não das Caldas de S. Jorge, esquecendo que a grandeza de um lugar não depende da extensão da sua área, mas sim do carácter dos seus habitantes.
Esta crónica pessoal, não é para criar conflitos entre Caldas de S. Jorge e Lobão, muito pelo contrario são duas das freguesias do Concelho que eu mais respeito, se calhar por me considerar autóctone das mesmas. Esta crónica é sim, para alertar as entidades competentes que não esqueçam este lugar que essencialmente é habitado por gente idosa, que tem um lindo rio que se encontra num estado miseravelmente sujo, decadente, pouco aproveitado ou melhor será dizer aproveitado apenas para a colocação de lixo da mais variada espécie.
Lobão é uma freguesia que praticamente não tem espaços de lazer, em proporção da sua população, logo deixo aqui uma sugestão, a Ponte da Chã é um lugar com inúmeros locais naturais com possível aproveitamento para praticas desportivas como uma pista natural de jogging, de cicloturismo, a construção de um parque de laser com ringues desportivos, a limpeza e criação de um lago artificial no rio Uíma, como já existem noutros locais do Concelho. Obviamente que me obriga a perguntar como é possível que um lugar destes esteja no esquecimento de um Concelho e pior de uma freguesia, que não se pode andar para aí a gabar-se dos seus espaços verdes e locais de lazer de uso público, talvez seja altura das entidades competentes, pararem para pensar um pouco neste pequeno canto de Lobão, ou as pessoas nativas deste pequeno paraíso, pararem e pensarem se vale a pena estar ligado a uma freguesia que ignora o lugar cada dia que passa, obrigando-me, a lembrar as entidades que o destino não é uma questão de chance; é uma questão de escolha.

domingo, 16 de dezembro de 2007

FOTO DO ANO...

HUGO CHÁVES

sábado, 17 de novembro de 2007

“Fogaça da Feira, Uma Morte Anunciada.”


Este titulo até pode parecer dramático, mas sinceramente acho que estou a ser muito melodioso.
A verdade é que não basta a Confraria da Fogaça, bem como a Associação dos Produtores Artesanais de Fogaça da Feira terem boa vontade para este maravilhoso doce concelhio não morrer.

É bom que a população e entidades olhem para a Fogaça como um doce em vias de extinção, caso não haja mudanças de atitude e de vontade por parte das entidades deste concelho nomeadamente Câmara Municipal. A Fogaça da Feira que pouco as entidades patrocinam, vai estar reduzida a uma festa anual, que é a Festa das Fogaceiras ou como na gíria se usa no norte do concelho “os vinte das fogaças”.

A realidade do caso é tão grave que as próprias entidades ainda não se interiorizaram da verdadeira dimensão deste problema. Vamos a ver a maior festa do concelho, que neste momento é a Viagem Medieval, o Feira Viva promove os produtos oriundos de fora do concelho em detrimento dos naturais de Santa Maria da Feira. Como não podia deixar de ser a Fogaça da Feira, que toda a sua história está ligada ao castelo, vê-se desprezada em relação ao pão-de-ló de Ovar ou de Arouca, e porquê!!! Por uma razão muito simples, se for doces ou produtos do concelho paga somente, e eu torno a repetir somente o dobro dos produtos não oriundos do concelho. Agora eu sei o motivo dos produtores de doces naturais de Santa Maria da Feira optarem por vender doces regionais como o Pão-de-ló de Ovar, publicitando assim o concelho vizinho e apagando da memória dos Feirenses este doce inigualável que está em vias de ser certificado de seu nome Fogaça da Feira!!!???

Agora vou lançar novamente um repto à Confraria da Fogaça, ao Agrupamento de Produtores Artesanais da Fogaça da Feira, Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e Juntas de Freguesia para criarem a Rota da Fogaça. Essa consistia na demarcação das padarias históricas associadas ao agrupamento, colocando sinaléticas personalizadas indicando a localização, o nome e história das mesmas, mais devendo ser criados complementos de divulgação dessa mesma rota, nomeadamente passeios turísticos, escolares e de idosos com o intuito de ensinar e de demonstrar a forma correcta de fabrico, passando pela melhor maneira de comer e saborear este doce regional.
Esta rota teria assim também como objectivo educar, e sensibilizar a população e turistas para a história e a gastronomia secular do concelho de Santa Maria da Feira.

Caso seja criada, a Fogaça não se cingirá a apenas um único dia, mas sim a todo o ano e desta forma esclarece-se os Feirenses e os demais visitantes para as verdadeiras características deste requintado doce, havendo um conhecimento mais alargado para sempre que tenhamos de adquirir para consumo próprio ou para dádiva uma fogaça da feira, não se compre gato por lebre, evitando manchar o nome e a história que o povo tanto lotou para prestigiar e afamar este tão nosso doce regional.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Sabe mais que um miudo de 5 anos?‏

A um grupo de miúdos, com idades entre os 4 e os 5 anos, perguntaram-lhes:

"Em que direcção segue este autocarro?"

Olha bem para o desenho.

Sabes a resposta?


As únicas respostas possíveis são 'esquerda' ou 'direita'.Pensa, vá !!!


Não sabes?

Desistes ?

Bem, então vou-te dizer.


Os meninos(as) responderam todos: "vai a andar para a esquerda".

Quando lhes perguntaram "Porque pensas que o autocarro vai para a esquerda" ?

Eles responderam: "Porque não se vê a porta."

Agora sentes-te estúpido(a), não é verdade? Eu sei... eu também.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

SEXUALIDADE DO NOSSO TEMPO!!!





domingo, 1 de julho de 2007

Pensamentos famosos...

Hipócrates, o pai da medicina, disse:"Que o teu alimento seja o teu medicamento e que o teu medicamento seja o teu alimento". O alimento, além de nutrir, é o melhor remédio. Dois aspectos da alimentação são importantes e devem ser considerados: a qualidade e a quantidade. Devemos saber o que comer, quanto comer e como comer.
Quental, Anabela, Ensinamentos budistas para a Nova Era, Carcavelos, Editorial Angelorum, 2005, pp.21-22

segunda-feira, 18 de junho de 2007

O APARCAMENTO TERMAL.


É com muita satisfação, que eu vejo a recente preocupação de vereadores dos vários partidos políticos com assento na assembleia municipal, no que toca ao aparcamento na zona termal, levando a querer que afinal Caldas de S. Jorge existe, quer o nome, quer algo mais que está para alem do mapa concelhio de Santa Maria da Feira. Não deixa de ser uma surpresa muito grande este súbito alarido em torno de uma freguesia esquecida no tempo, no espaço e longe da verdadeira essência que foi abençoada esta vila, isto é o turismo termal. O que não deixa de ser caricato é que a ideia apresentada seja um pouco “medieval” para a visão da população de Caldas de S. Jorge, fazendo jus às promessas eleitorais, dando a entender que o verdadeiro desenvolvimento do real turismo termal foi esquecido em detrimento do turismo de “visita médica, se é que se pode chamar turista a esse tipo de visitantes.

Passo a explicar:

No futuro, segundo os especialistas da matéria, está previsto que cada vez se use menos as viaturas pessoais em detrimento das colectivas, principalmente nas zonas de lazer e locais de repouso bem como na generalidade, o que não deixa de ser verdade, que Caldas de S. Jorge só possa atingir essa realidade lá para o ano 2020 se tudo correr bem. Sendo também verdade é que se torna extremamente fácil contornar essa realidade, bastando para isso copiar bem, mesmo nas mais fracas estâncias termais do país, sem haver necessidade de puxar muito pela cabeça ou pelo orçamento camarário, visto estarem as soluções à vista de quem quiser ver, e eu repito de quem quiser ver.
Não deixa de ser pouco prudente que se peça para a câmara municipal investir uns milhares largos de euros, quando essa mesma entidade tem terrenos adjacentes às termas totalmente abandonados, que poderiam e deveriam ser utilizados para o desenvolvimento da vila termal, nem que para isso tivesse que ceder gratuitamente, a investidores particulares, sejam eles do partido a, b, ou c desde que apresentem um projecto realista sem politiquices, para a construção quer de uma unidade hoteleira, bem como complementos na zona envolvente, evitando a sim o caos que se vive diariamente nas ruas circundantes das termas. Esse projecto ia de encontro com as aspirações de toda a população, e poderia reduzir os aquistas que se deslocam diariamente nas suas viaturas por falta de alojamento na freguesia, sendo do conhecimento geral, a existência de uma unidade hoteleira nas imediações termais que normalmente se encontra super lotada, anulando a alternativa a quem queira pernoitarem na vila termal.
Não deixa de ser irónico que a parte difícil de solucionar já tenha solução, que seria encontrar investidores e um local propício ao investimento privado, faltando apenas a vontade política para avançarem de vez com verdadeiro desenvolvimento sustentando da vila termal. Isto só demonstra que as propostas apresentadas são secundárias com pouca importância. Já é tempo de levarem a reunião de câmara, projectos que possam solucionar o problema e não projectos que vão atenuar falhas pontuais, nomeadamente a construção de uma unidade hoteleira com cabeça, tronco e membros.
Na esperança mas não na certeza de ver esta proposta debatida em assembleia de câmara, peço a todos os partidos políticos que demonstrem na hora da verdade a verdadeira vontade e o respeito que de facto têm por Caldas de S. Jorge e suas gentes.

sábado, 7 de abril de 2007

Como se apanhava grilos na minha infancia.

Opção primeira: Apodere-se de uma palhinha de extensão razoável e, após a inserção da dita na casa do grilo [vulgo, buraco], vá rolando entre dedos, fazendo cócegas ao insecto ortóptero aqui objecto da sua caçada, até que este venha cá para fora.

Vantagem da opção primeira: além do grilo sair bem-disposto e a gargalhar, esta opção tem o seu quê de poético, infanto-nostálgico e demais diversas paneleirices tão do agrado de poetas, infanto-nostálgicos.

Desvantagem da opção primeira: Pode ocorrer o grilo não ter cócegas ou ter tido um compromisso fora. Mas, mais importante que isso, esta opção não nos dá uma desculpa para mijarmos para um buraco [vulgo, casa] onde mora um grilo.

Opção segunda: Urine para a casa [que é vulgo quê? exacto, buraco] do grilo, até que o referido animal saia a boiar num transbordo de líquido urinoso. Se correr bem, o grilo sairá em posição ‘escorrega de aquaparque’. Será muito divertido.

Vantagem da opção segunda: É para lá d’óbvia: esta opção estrutura uma desculpa para mijarmos para um buraco onde mora um grilo, acontecimento que é sempre de louvar, seja em que latitude for.

Desvantagem da opção segunda: Além de, muito possivelmente, ficar com um grilo que cheirar a urina – o que pode depois levar a que se coloquem questões da índole de uma “este grilo até canta bem, mas cheira a mijo” –, trata-se de uma opção que, embora esteja longe de ser exclusiva, surge-nos claramente optimizada para o género masculino, dado possuirmos a faculdade da pontaria. Para ambos os sexos, podem-se apontar, como pontos menos positivos, o facto de nem sempre se ter vontade de mijar e às vezes a casa [vulgo nada, já chega] do grilo ser, afinal, o lar duma cobra.

quinta-feira, 1 de março de 2007

MINHA QUERIDA SOGRA!!!

domingo, 25 de junho de 2006

ALERTA – Lontras à vista.

Recentemente a população de Caldas de S. Jorge, deparou-se com um fenómeno raro no país e quase a nível mundial, o aparecimento de uma colónia de lontras, desta feita no rio Uíma, bem ao lado das Termas de Caldas de S. Jorge. Este fenómeno digno de se ver, tem sido a recente atracção desta Vila termal nas ultimas semanas, vindo dezenas de pessoas diariamente entre as 21:00h e as 2:00h da manhã, horário propicio para que se possa avistar a um maravilhoso espectáculo de acrobacia e beleza natural, que faz reviver tempos passados que jamais as pessoas julgavam poder reviver.
Este espectáculo natural, tem suscitado o interesse da população, mas também a curiosidade de pessoas com poucos escrúpulos e com uma certa demência que tentam matar estes maravilhosos animais que não fazem nenhum mal, a não ser o tempo que nos fazem perder durante a noite para assistir a este fenómeno de rara beleza. Não deixa de ser caricato que as ultimas lontras que foram avistadas no rio uns anos a trás, alguns caçadores da terra tenham perdido horas e dias para as abater como de uma peste se tratasse, para essas pessoas Leonardo Da Vinci escreveu: “O tempo chegará em que pessoas tais como eu olharão para o assassinato de animais da mesma forma que olham para o assassinato de humanos.” É altura de sensibilizar a população, pescadores e caçadores para o interesse da preservação destes fantásticos animais, e em vez de caçarem serem os guardas de protecção destas lontras, e que para tal seja criado uma comissão de acompanhamento desta colónia de lontras para que se possa salvaguardar a existência destas, bem como o aumento da colónia.
Pede-se que sejam tomadas medidas e mediatas, por parte das entidades competentes, nomeadamente a Junta de Freguesia e a Câmara municipal, para que se possa assegurar a vigilância de caçadores furtivo, bem como a prevenção e preservação, quer da cadeia alimentar bem como a vegetação natural ali existente que serve de abrigo para a colónia de lontras. Por minha parte já comuniquei com o instituto de preservação da natureza bem como a quercos, que se prontificaram a comunicar o caso à Câmara Municipal, bem como o fornecimento de ajuda para medidas que possam vir a ser tomadas.
Na esperança, das entidades tomarem o mais rápido possível da tentativa de preservação desta espécie, pede-se a toda a população que vigie e caso que seja avistados qualquer caçadores furtivos comuniquem e mediatamente às autoridades competentes como a G.N.R.

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