terça-feira, 24 de agosto de 2010

Ek Balam E A ESCADARIA DE Ukit Kan Lek Tok'

  A zona arqueológica de Ek Balam (Estrela Jaguar) localiza-se a Norte da Península de Yucatán, e foi a capital de um território chamado de Talol'

Em EK Balam foi descoberto o tumulo de Ukit Kan Lek Tok' . no tumulo real foi descoberto um tesouro com 21 vasos e mais de 7 000 objectos de jade, cerâmica e conchas, entre muitos outros objectos. a preciosidade desta cidade é que foi descoberta à de meia dúzia de anos, estando a maioria das pirâmides intactas, e cobertas de vegetação…

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

MADRID - 2010

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terça-feira, 15 de junho de 2010

Cuidado! Não comprem Vuvuzelas! Podem já ter sido usadas...

vuvuzela

sábado, 29 de maio de 2010

PATRIMÓNIO no Programa CÂMARA CLARA, RTP 2

Suspira o Património

AMANHÃ, domingo, 30 de Maio, pelas 22:30, o Joaquim Magalhães de Castro estará no programa da RTP 2, CÂMARA CLARA, subordinado ao tema PATRIMÓNIO de ORIGEM PORTUGUESA no MUNDO, na companhia da historiadora Mafalda Soares da Cunha e da apresentadora Paula Moura Pinheiro. Uma conversa interessante. Se tiverem tempo, vejam. Sempre é uma alternativa às telenovelas e aos concursos.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

ZIP ZIP…

O programa Zip-Zip, emitido em plena Primavera Marcelista, foi realizado por Luís Andrade e apresentado por Carlos Cruz, Fialho Gouveia e Raul Solnado.

O primeiro programa foi gravado no dia 24 de Maio de 1969, tendo Almada Negreiros como convidado principal, e obteve êxito imediato. Foi o primeiro programa português do tipo talk show gravado aos sábados, no Teatro Villaret, com público e transmitidos na segunda-feira seguinte à noite.

O Major Baptista Rosa abandonou a Equipa de Produção logo após esse primeiro programa, em virtude de se ter incompatibilizado com os outros membros da Equipa. A partir do 2º programa verificaram-se algumas modificações incluíndo o genérico do programa.

Entre o público que assistia à gravação estava presente um agente da PIDE. A emissão dos conteúdos tinha que ser negociada com a polícia do regime entre sábado (dia da gravação) e segunda-feira (dia da apresentação).

Programa esse que ainda hoje se fala, principalmente pela saudade deixada…

ZIP ZIP CAFÉ REST BAR, vem colmatar a saudade deixada pelo zip, e posteriormente pelo ilha bar, de todos os moradores de Caldas de S. Jorge, em especial os que nasceram, e cresceram no lugar da Sé.

É com muito prazer que vejo, a obra do meu amigo Arq. Pedro Nuno Castro e Silva, passar do projecto para o terreno. Por muito que possam criticar, ninguém mais do que ele tem gosto pela terra, principalmente pelo lugar da sua infância…

Muitos são os que julgam, que um estabelecimento destes, faz concorrência aos que existem! Nada mais errado para se pensar… Um estabelecimento destes traz mais gente à freguesia, como tal o máximo que pode fazer é aumentar as vendas da concorrência…

Fico feliz por ter havido alguém com coragem, para se sujeitar a um investimento destes, mais feliz fico se eles conseguirem manter uma dinâmica de clientela, pois significa um aumento de potenciais clientes para a freguesia.

Espero bem que também o futuro, Caldas café bar, que vai abrir na antiga casa da Sra. Clara tenha idêntico sucesso, pois só com uma freguesia forte se capta clientes e investimentos, para um futuro mais sustentável…

terça-feira, 25 de maio de 2010

ILHA DO SAL 2010

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DSC00969DSC00817 HOTEL NOVO HORIZONTE ****

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domingo, 23 de maio de 2010

A PRIMEIRA ALDEIA GLOBAL – Um livro de leitura obrigatória…

Este livro, do jornalista inglês Martin Page (1938-2003), foi editado em Portugal no ano passado e constitui um fresco surpreendente e impressionante da história dos portugueses.

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São cerca de trezentas páginas por onde desfilam as origens, os invasores romanos e árabes, as lutas da reconquista, os caminhos sobressaltados da independência, a aventura marítima, a grandeza de João II, a saga dos viajantes, dos exploradores, dos santos e dos guerreiros (Pêro da Covilhã, Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, Francisco Xavier, Fernão Mendes Pinto, muitos outros...), os tribunais e os cárceres dos inquisidores, o impulso reformista do Marquês de Pombal, o fim das dinastias, a República, as ditaduras, as guerras, as revoluções. E o definitivo encontro dos povos - o do nosso com os outros...

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Martin Page aborda a História da maneira mais trabalhosa e difícil e, por isso mesmo, mais frutuosa e atractiva - é rigoroso com a documentação, escrupuloso e inteligente nos juízos, sugestivamente original no estilo e nas imagens.

De tudo resulta uma obra imperdível.

O Financial Times resumiu, com justiça, deste modo: "Martin Page apresenta-nos uma nova perspectiva sobre um país fascinante. "The First Global Village" é uma narrativa deslumbrante."

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Da introdução da obra, que Page intitula "Uma Nota Pessoal", seleccionamos dois excertos:

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I - "(…) A nós, ingleses, é fácil esquecer o facto de os portugueses, sob o comando de São Francisco Xavier, co-fundador dos jesuítas, terem vivido no Japão durante gerações, antes de os nossos antepassados saberem tão-pouco da existência desse país.

Os portugueses debateram teologia com os monges xintoístas, perante a Corte, e introduziram termos na língua japonesa que ainda hoje são utilizados, como, por exemplo, “arigato”, derivado da palavra “obrigado”. Levaram a receita da tempura, o fast-food preferido dos japoneses. Ensinaram-lhes a técnica de fabrico de armas e construíram edifícios capazes de aguentar tanto ataques de artilharia como terramotos.

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Na cidade de Nagasáqui, estas estruturas edificadas pelos portugueses sobreviveram durante séculos, tendo, em 1945, resistido muito melhor à bomba atómica do que as de Hiroxima.

Os portugueses foram conselheiros do imperador da China antes de Marco Pólo afirmar que ali tinha chegado. Levaram o piripiri para a Índia, permitindo a invenção do caril, que os ingleses lá descobriram, tendo-o levado para o seu país como uma amostra do Raj (domínio) britânico.

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Os timorenses de leste conquistaram a sua independência, em relação à Indonésia, em 1999, após uma das mais longas e mais amargas lutas pela independência da era pós-colonial. Um dos seus primeiros actos, após a criação do novo Estado, foi adoptar o português como língua oficial e reconhecer o escudo como moeda corrente.
Fortes emoções presidiram a esta decisão.
A intensidade com que o povo, em Portugal, viveu a libertação de Timor-Leste foi, e é, pouco compreensível para a maioria dos europeus.
Para os timorenses de Leste foi de tal modo importante que a língua portuguesa se transformou num símbolo da sua causa.
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Segundo outros, no entanto, a escolha não foi tão idiossincrática como muitos estrangeiros, sobretudo os australianos, julgaram inicialmente. O português é de longe a língua latina mais difícil de dominar e, por conseguinte, a menos susceptível de ser entendida por aqueles que pretendem ouvir as conversas alheias.
É também a terceira língua europeia mais falada, a seguir ao inglês e ao espanhol e antes do francês e do alemão.
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É claro que o Brasil e Angola dão um importante contributo a este dado ainda pouco conhecido.
Mas o português é também a “língua franca”, não apenas dos rancheiros do Norte da Califórnia, onde os touros são lidados com bandarilhas envoltas em pontas de velcro, a fim de cumprir a lei que impede a crueldade contra os animais, mas também das comunidades piscatórias na costa da Nova Inglaterra, como Provincetown e Providence, onde os portugueses são tidos como marinheiros de imensa coragem e perícia.
Na igreja de São Francisco Xavier, em Hyannis, frequentada, no Verão, pela família Kennedy, duas missas dominicais são rezadas em português.
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O mesmo acontece por detrás das portas de vaivém das trattorias italianas, em Londres, cujos proprietários, ou aqueles que as exploram, são predominantemente cidadãos lusos fazendo-se passar por italianos.
O comportamento discreto dos portugueses, em Londres, ficou tragicamente tipificado quando o party-boat "Marchioness” foi abalroado e afundado por uma draga no rio Tamisa. Praticamente nenhum dos media noticiou que aqueles que morreram afogados eram jovens quadros bancários portugueses, que trabalhavam na City, o centro financeiro de Londres, e estavam a festejar o aniversário de um colega.
Em Paris, os portugueses também são proprietários, ou exploram, mais de 400 restaurantes, dos quais alguns “latino-americanos” e outros, a maioria, “franceses”.
O ícone mais recente e cintilante da cidade – a pirâmide do Louvre – foi edificado por uma construtora portuguesa.
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O português é a segunda língua mais falada em Joanesburgo, na África do Sul; na cidade de Newark, em Nova Jérsia; no Luxemburgo e em Caracas, a capital da Venezuela.
Existem comunidades de cidadãos de língua portuguesa nascidos na Índia, Malásia, Formosa e China, bem como nas Bermudas, em Jersey, Toronto, Los Ângeles e Brisbane, para além de muitas outras localidades.
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Estes dados não se reflectem nos números oficiais, porque a maioria dos portugueses que vivem no estrangeiro são cidadãos do país onde residem. Só que, como Mário Soares, um dia, afirmou: A língua é o vínculo, falar português é ser português.
Estão por todo o lado, mal se fazendo ouvir, de tal modo que poucos de nós damos pela sua presença. (…)"
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O segundo excerto refere-se ao primeiro encontro que o então correspondente de guerra Martin Page teve (pelo menos conscientemente, como ele diz) com os portugueses.
Foi no Sul de África, no meio de um dos muitos conflitos que então abrasavam o Continente.
Talvez tenha germinado naquele momento difícil, no subconsciente de Page, a ideia-mestra deste livro.
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II - "(...) Estava-se a meio da tarde. O Congo envolvera-se em mais uma guerra civil. Correspondente no estrangeiro, acabado de chegar de Londres, eu era ainda um novato nestas andanças. Encontrava-me à beira da estrada que liga Ndola a Elizabethville, com quatro costelas e o ombro esquerdo fracturados.
Um soldado das milícias catanguesas tinha o cano da metralhadora encostado às minhas costas, enquanto os seus colegas remexiam na minha bagagem, que se encontrava por entre os destroços do carro alugado.
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Havia uma enorme quantidade de mercenários brancos, da África Setentrional, em veículos roubados, fugindo da zona de guerra onde eu tinha procurado chegar.
Vários condutores abrandavam, mas ao verem a milícia aceleravam de novo. Terão passado por mim mais de cinquenta. Depois chegou uma carrinha Peugeot nova. O condutor meteu travões a fundo, fez marcha-atrás na minha direcção, abriu a porta traseira e gritou:
- Salta para dentro.
- Tenho uma arma apontada às costas.
- É por isso mesmo que estou a dizer para saltares cá para dentro.
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Obedeci. Ele acelerou. Com o ombro fracturado, não podia fechar a porta, e o vento acabou por se encarregar de o fazer.
Aproximámo-nos do posto fronteiriço. O condutor buzinou fortemente, fez sinais de luzes e acelerou.
Os guardas, temendo, pelo menos aparentemente, que ele espatifasse a nova barreira, levantaram-na à pressa.
Tínhamos acabado de sair de um território autoproclamado República do Catanga.
Mas por que é que os guardas nos teriam deixado passar, sem abrir fogo?
- Não têm munições. Não lhes pagaram os ordenados. Damos-lhes cigarros, que eles trocam por comida.
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Através do reflexo no retrovisor vi o rosto do condutor, um semblante grave, mas impassível.
Tal como o seu companheiro, devia andar na casa dos trinta anos, tinha uma tez típica do Sul da Europa, cabelo escuro e um bigode cuidadosamente aparado.
Envergavam camisas brancas acabadas de lavar e de engomar. Traziam ao pescoço um pequeno crucifixo e um medalhão pendurado num fio de ouro.
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Disseram-me que faziam contrabando de cigarros para o Congo, a partir do território que é hoje a Namíbia.
Levaram-me a uma clínica junto à mina de cobre, em Kitwe, onde me fizeram uma radiografia, deram-me uma injecção e ligaram-me.
Transportaram-me, depois, até uma casa de repouso da companhia mineira, onde me apresentaram à administradora inglesa.
- O chá da manhã é às cinco e meia - disse ela.
- Não vou querer. Preciso de descansar.
- Lamento - afirmou ela -, mas, se abrisse uma excepção consigo, todos os outros queriam o mesmo, não é? O último pequeno-almoço na sala de jantar é às seis e meia.
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Fez-me uma ligação telefónica para Terence Lancaster, o meu editor-chefe em Londres, que me disse:
- Lamento muito o que te aconteceu, só que há um motim numa fábrica de cigarros, na Cidade do Cabo, e, se não estiveres lá amanhã de manhã, parto-te o outro ombro.
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Os meus salvadores pagaram-me um copo de aguardente sul-africana, deram-me um maço de Rothmans, verificaram se tinha dinheiro suficiente na carteira e, depois, deixaram-me, de novo, entregue à cultura indígena.
Nunca mais os tornei a ver.
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Foi a primeira vez que, pelo menos conscientemente, me tinha cruzado com portugueses - um primeiro encontro, não apenas com a sua extraordinária disponibilidade para ajudar um estrangeiro em apuros, mas também com o seu misto de fanfarronice, honra, ingenuidade e sangue-frio. (...)"

(Cópia da Torre da História Ibérica)

Críticas de imprensa

«Martin Page apresenta-nos uma nova perspectiva sobre um país fascinante. A Primeira Aldeia Global é uma narrativa deslumbrante.»
The Financial Times

«Em A Primeira Aldeia Global, Martin Page corrige brilhantemente uma lacuna. É uma obra clara, erudita, divertida e sempre actualizada.»
The Daily Mail

«Martin Page é cheio de vivacidade.»
The New Yorker

VIAGEM AO TECTO DO MUNDO…

segunda-feira, 1 de março de 2010

Opinião sobre a escolha Caldas de S. Jorge – Pigeiros…

Do pouco que vi no relatório preliminar, apresentado por vossas excelências, denoto que a escolha de Caldas de S. Jorge, parece mais politica, que racional, acentuando para a população ficar atenta a lóbis que possam surgir, em detrimento da racionalidade e da clareza do estudo. Achando eu que estes estudos feitos por entidades independentes, deveriam e devem ser independentes, acima de tudo verificarem o que dizem.

Passo já a explicar:

· No que diz respeito ao património classificado, existe um lapso, ou não, do edifício termal nas Caldas de S. Jorge.

· Para anular a opção de Espargo/Rio de Meão, que tem sensivelmente o dobro da área de Caldas de S. Jorge Pigeiros, a justificação para a colocação fora de opção é está prevista “a implantação do projecto de Expansão do Europarque já protocolado entre a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e a AEP”. Algo que me deixa estupefacto, pois já foi tornado público pelo presidente da AEP a desistência dessa intenção. O que mais me espanta é que estar aprovado pelo governo e ainda estar em vigor a instalação do PERM no local da Lixeira, não serviu de Pretexto para excluir esta opção.

· Para me espantar este estudo, a despreocupação como é quase descrita da construção, mesmo no inicio da área de protecção termal. Mais me surpreende é a quase nulidade de afirmação, que parte deste equipamento ficará paralelo ao principal curso de água do Concelho de Santa Maria da feira, ainda mais em local devidamente identificado como leito de cheias, podendo inclusive em intempéries excepcionais parte do aterro ficar submerso pelo rio.

· Mais me espanta, a ausência no relatório do já aprovado caminho pedonal para aquela zona, nomeadamente na margem do rio Uíma, que seria uma das infra-estruturas de apoio às termas de Caldas de S. Jorge. Não sei se terá sido por esquecimento!!!

· Mais grave é a falha no relatório, que o leito do Rio Uíma, rio esse que poderá vir a ser o mais visado com este equipamento, no centro da freguesia de Caldas de S. Jorge, está sobre o veio principal de água sulfurosa que abastece as únicas termas da área Metropolitana do Porto.

· A ausência no relatório, de nas proximidades existir o único hotel da Feira norte, bem como da possibilidade das acessibilidades, não estarem prontas nos próximos anos, e todo o tráfico estar condicionado à Nacional nº1, numa das zonas mais movimentadas em todo o seu traçado.

Estes são algumas falhas que eu vi após ter perdido 5 minutos a ler o relatório preliminar, que no meu entender, não diz nada de novo que já não seja conhecido, só com uma diferença é a ocultação de aspectos importantes, que condicionam claramente esta escolha.

Parar terminar, o que me incomoda não é ao primeiro impacto após leitura na diagonal, a falta de um estudo mais sério ou melhor mais aprofundado, mas sim o facto de colocarem a hipótese da possível localização de um aterro sanitário, junto a uma infoestrutura, como as Termas de Caldas de S. Jorge, que será o mesmo de colocarem a hipótese dessa estrutura ser colocada na quinta do Castelo de Santa Maria da Feira, bem como junto aos jardins das piscinas municipais. Isto sim, começa-me a preocupar, pois obriga-me a questionar que tipos de formados estão a colocar as nossas universidades à frente do destino do país. É nestas alturas, que incidentes como os da Madeira, não me admiram, pois vale tudo numa sociedade que devia colocar a racionalidade, sente-se motivada a utilizar, a habilidade, que julgo não se tratar neste caso. Nestas alturas apetece-me usar uma frase dita por um Eng. e conhecido empresário “Portugal é um país de engenheiros, mas com pouca engenharia”.

Pena é que este relatório tenha sido apresentado, de forma ocultada da população, não podendo ser debatida directamente.

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